Crendices sobre a morte

 CRENDICES SOBRE A MORTE

 

 

 

 

 

As crendices populares, as superstições encontram um habitat muito favorável nas localidades interioranas, mas registre-se que isso não é regra geral, pois até em New York, a maior cidade do mundo, há lugar para superstições. 

Abaixo, algumas superstições que coletamos, todas tratando do assunto MORTE, sem que saibamos de que lugares elas foram localizadas.
 

1)  Quando morre uma pessoa, todas as portas devem ser abertas para a alma sair. A porta dos fundos deve permanecer fechada, pois em hipótese alguma a alma pode sair por lá.

2) Não se deve chorar a morte de um bebê, pois aínda é um anjinho, e nossas lágrimas molhar]ao suas asas e ele não poderá voar para o céu.

3) As casas no Japão não possuem aberturas para o lado nordeste, para que os demônios que vêm de lá não possam entrar na casa, quando morre alguém ali.

4) Quando uma pessoa tem um tremor, é porque a morte passou por perto dela. Quem estiver por perto deve bater nessa pessoa d dizer: "Sai morte, que ele está berm forte!"

5) Acender cigarros de três pessoas com o mesmo fóstofo provoca a morte da terceira pessoa.  Normalmente será a mais jovem das três.

6) Quando várias pessoas estão conversando e param repentinamente, significa que algum padre morreu.

7) Quem come a última bolacha do pacote pode morrer solteiro.

8) Não se deve trazer terra do cemitério no sapato, quando se volta de um enterro, pois isso traz a morte para a casa.

9) Quando passa um enterro, não se deve atravessar o acompanhamenjto pelo meio das pessoas, pois isso traz morte. O melhor a fazer é acompanhar o enterro.

10) Apesar dos japoneses transpassarem seu quimono da esquerda para a direita, no defunto deve ser feito ao contrário. Não pergunte por quê!

11)  As pessoas se vestem de preto nos funerais como um ardil para "tapear" os maus espíritos que estiverem por perto nos velórios e sepultamentos.

12) Nas Filipinas tira-se os sapatos do defunto antes de enterrá-lo, para que São Pedro o receba bem.

 
 
 
 
 

 

Por: AUTOR DESCONHECIDO

Publicado em 18/03/2014

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