O namoro evangélico

 

 O NAMORO EVANGÉLICO

 

  

  

1.    INTRODUÇÃO

 

 O relacionamento afetivo é uma área melindrosa, complexa demais para ser enfrentada de peito aberto, sem um mínimo de instrução e conhecimento. O que se vê por aí são milhares ou milhões de pessoas feridas, magoadas, aflitas, angustiadas, depressivas, pessoas que não se prepararam para lidar com essa área complexa da existência.

Especificamente, nossa preocupação neste trabalho é com namoros dos jovens evangélicos, trazendo orientações, testemunhos sobre os perigos de namorar com pessoas alheias à ética evangélica, ou seja, com pessoas “de fora”.

Pode parecer antiquado falarmos assim, mas estamos apenas divulgando o que a Bíblia Sagrada nos orienta nesse sentido, do perigo de envolvimento com pessoas que pensam diferente.  

É claro que o nosso jovem procura manter suas amizades no seio da igreja, o que naturalmente resultará em algum relacionamento afetivo dentro do seu grupo, mas eles estudam e trabalham em ambientes diversos, e isso também poderá provocar algum relacionamento afetivo.

O assunto é polêmico, mas tentaremos trazer opiniões abalizadas a respeito, e no final os leitores poderão formar o seu melhor entendimento a respeito do problema.

  

 2.     NAMORAR OU NÃO NAMORAR:  EIS A QUESTÃO

 

A partir do momento em que dois jovens desfrutam de um relacionamento afetivo, eles estarão misturando emoções próprias com emoções alheias, possivelmente com pessoas cuja educação e criação não tenham nada a ver com ele.

O Pr. Bartolomeu de Andrade diz no seu livro Namoro, Noivado e Casamento que “namorar é a arte de aprender sobre gente, num nível bastante íntimo e pessoal, mexendo com coisas vivas, móveis, efervescentes, coisas que facilmente se excitam, se encrespam, se levantam [ ...]” (ANDRADE, 1993, p.4,5)

Embora muitos jovens só vejam “tudo de bom” em namorar, precisam estar alertas para certos cuidados, antes de começarem um relacionamento afetivo.

 

 

2.1  A escolha do parceiro

 

 O namoro normalmente configura-se numa busca de um contato social de caráter afetuoso e cordial entre uma moça e um rapaz, a princípio com o objetivo de uma possível união matrimonial, no futuro.

Como o ambiente religioso é diferente de outros ambientes sociais, esse contato terá limites controlados pela ética evangélica, muito mais do que teria pela moral comum, que costuma ser excessivamente indulgente e permissiva.

  

 

a)  Namoro com alguém da igreja

 

Quem frequenta uma igreja evangélica há algum tempo, sabe como é que isso funciona. Os adolescentes participam dos grupinhos de escola dominical, de teatro, de coreografia, escotismo, piqueniques com pessoas da mesma idade, voleibol na quadra, enfim, eles vão formulando sua seleção dos “parceirinhos” que mais têm a ver com o que eles gostam. Em seguida chega a idade do grupinho da mocidade, certos relacionamentos vão se aperfeiçoando, se solidificando. Logo, logo, os namoros começarão a florescer, colocando o sinal de alerta nas cabeças dos líderes e professores da igreja.

Porém, esses são os namoros que todos os pastores querem ver dentro da igreja: a filha do meio do irmão Zezinho com o filho mais novo do irmão Joquinha...  Depois a filha da Irmã Terezinha, que até ontem era uma menina, já está de namorinho com o filho mais velho do Irmão Marcão...  É assim que as famílias vão se misturando dentro da igreja, transformando-se cada vez parecendo uma só família, reforçando o aperfeiçoamento do Corpo de Cristo.

 

 b)  Namoro com alguém “de fora”

 

O assunto agora é outro: um jovem evangélico pensa em relacionar-se afetivamente com uma jovem da sua escola, do seu clube, do seu bairro...  Não vai ser mais com a filha do meio do Irmão Zezinho. Agora, assim, é que a cabeça do líder e do professor da EBD vai começar a “ferver”.  Onde será que eles vão se encontrar?  Na igreja não vai ser, pois a menina não “tá ligada em crentes”!  O jeito será o filho do Irmão Zezinho começar a faltar às aulas da Escola Dominical para poder encontrar-se com a mocinha em outro lugar.

Será que vai dar certo esse namoro entre um garoto evangélico com uma mocinha “do mundo”? A esposa do Irmão Zezinho logo vai começar a defender que a mocinha “pode se converter” e tudo se resolverá. Em momento algum ela vai acreditar que o mais fácil de acontecer é que o seu filho passe a frequentar os bailões com a mocinha.

Apesar da Bíblia não comentar especificamente sobre como escolher com quem vamos casar, em 2 Coríntios 7:39 Paulo diz que somos livres para casar, mas que devemos fazê-lo com alguém aceitável aos olhos de Deus, ou seja, com cristãos.

 

 c)  Jugo diferente

 

Para quem não sabe, desde os tempos bíblicos existe uma peça de madeira chamada “canga”, colocada nos pescoços dos bois, para que eles puxem uma carroça ou um arado nas plantações.  Os bois são amarrados com cordas ou correntes ao carro ou ao arado.

Uma boa estratégia para o lavrador é assegurar-se de que os dois animais atrelados à mesma canga não tenham características ou treinamento diferentes, pois isso comprometeria o bom desempenho deles no trabalho. Assim, se os bois tiverem uma característica (jugo) diferente, passam a ser considerados incompatíveis, ou seja, não podem ficar juntos.  

Baseada nessa experiência da lavoura, a Palavra de Deus se posiciona claramente sobre a necessidade de igualdade de jugo, quando fala de relacionamento afetivo: os dois não podem pensar diferente, ou cada um querer dirigir-se para um lado diferente do outro. Veja três textos que consideram esse problema:

 

Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis. Pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? [...]Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Pois vós sois santuário do Deus vivo, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei, e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Pelo que sai do meio deles, apartai-vos, diz o Senhor. Não toqueis nada imundo, e eu vos receberei. (2 Coríntios 6:14-17)

Não lavrarás com boi e jumento juntamente (Deuteronômio 22:10).

Não permitirás que os teus animais se acasalem com os de espécie diferente e não semeareis no teu campo duas espécies de sementes e não vestirás vestes de dois tecidos diferentes. (Levíticos 19:19)

 

Dessa forma, consideramos que o leitor entendeu por que um jovem crente não poderia viver bem com um jovem acostumado às liberdades do mundo. Seria juntar duas pessoas com jugos diferentes. Foi esse o exemplo bíblico: dois bois de treinamentos diferentes, amarrados numa mesma canga. Tem tudo para não dar certo, não funcionar bem.

Por outro lado, como a decisão da busca de um parceiro é pessoal, individual, Deus poderia tocar no coração do outro não-convertido, vindo a torná-lo um verdadeiro cristão, ao longo do processo.

Algumas desigualdades que devem ser consideradas e tratadas são as religiosas, as profissionais, as sociais, as culturais, as psíquicas, as físicas, e até as preferências por lazer.

Quanto à responsabilidade em supervisionar o namoro, ela cabe aos pais, pois são eles que conhecem melhor os seus filhos e saberão como agir, de acordo com cada momento. Por outro lado, deveria haver uma comunicação posterior ao dirigente espiritual imediato ao casal. Só agindo assim é que estaria sendo respeitado o livre arbítrio de quem quer namorar, os pais estariam conscientes e Deus, dentro da Sua soberania, estaria abençoando a todos.

 

 2.2  Namoro cristão

 

Baseados em alguns livros existentes e matérias expostas na rede social, vamos relacionar alguns caminhos a serem seguidos pelo casalzinho de namorados que pretendem continuar desfrutando da vida da igreja.

 

a)    Terem uma vida de oração, leitura da Palavra de Deus e jejum;

b)  Participarem de todos os eventos possíveis programados para a mocidade da igreja;

c)    Observarem horários e dias adequados para namorar;

d)    Evitar ficarem a sós ou em locais inadequados;

e)    Não conversarem sobre assuntos que despertem a libido;

f)   Não dividirem segredos muito pessoais que possam inibir relações futuras, caso o namore termine;

g)  Buscar ajuda nos pais ou no pastor, quando surgirem assuntos de difícil decisão;

h)   Terem um comportamento que só dê bom exemplo para as pessoas em volta. Não esqueçam que “Vós sois o sal da terra [… ] a luz do mundo.” (Mateus 5:13,14)

i)  Só tratar de assuntos relativos a noivado e casamento quanto estiverem maduros para tomarem tal decisão.

 

Essas e outras realidades precisam sempre povoar as cabeças dos namoradinhos. Eles não podem deixar de saber que o casamento exige sacrifício e abnegação.

  

 

2.3  Cursinhos pré-nupciais

 

O casalzinho deve participar de cursinhos oferecidos pela igreja, como orientações para namoro, noivado e casamento. As denominações modernas estão se aperfeiçoando cada vez mais na realização de cursinhos pré-nupciais, ministrados de maneira dialogada.

Esses cursinhos incluem entrevistas com conselheiros cristãos, um conjunto de palestras, apostilas específicas, etc.  Através disso, eles vão aprender a usar ferramentas importantes para construir seu casamento em um alicerce de fé em Cristo, e a como lidar com conflitos que inevitavelmente vão surgir.

Listas específicas contendo os deveres do marido e da esposa podem ser encontrada em Efésios 5:22-31, 1 Coríntios 7:1-16, Colossenses 3:18-19, Tito 2:1-5 e 1 Pedro 3:1-7.

 

  

2.4  Conhecimento mútuo 

 

O casal deverá ter certeza de que conhecem bem um ao outro, antes de começar a discutir quaisquer planos para casamento. Eles devem observar como a outra pessoa reage em situações diferentes, como se comporta quando está com família e amigos, e que tipo de pessoa seus amigos mais próximos são, pois o comportamento de uma pessoa é muito influenciado pelos seus amigos (1 Coríntios 15:33).

O casal deve concordar sobre assuntos como moralidade, finanças, valores, filhos, com qual frequência irão à igreja e quão envolvidos serão os relacionamentos com parentes e – para as mulheres – se vão trabalhar fora de casa. Essas são áreas comuns de conflitos e devem ser consideradas cuidadosamente antes do casamento.

 

 

2.5  O namoro acabou... E agora?

 

 Se o namoro chegou ao fim é porque ele não deveria nem ter começado. Se o namoro é um período de conhecimento mútuo para o casalzinho, isso quer dizer que ele pode apontar para duas direções distintas, depois de certo tempo:  fim do namoro ou chegar ao casamento.

É bom que se deixe claro que o período de um namoro é visto pela sociedade como um compromisso menos relevante do que o período de um noivado. Não há maiores compromissos a serem mantidos, caso as coisas não tenham chegado ao ponto desejado. Se os dois tiveram alguns cuidados durante o período de namoro, o fim dele dificilmente deixará marcas neles.  

O Pr. Bartolomeu de Andrade dedicou um bom tempo a esse problema, quando ministrou um curso para jovens em 1993, na cidade de Tubarão, SC.

Dependendo da gravidade do motivo que levou os jovens ao término de sua relação afetiva, eles  tomam as mais diferentes direções possíveis, mas principalmente se fecham, ou se degradam:

a) Ensimesmamento: Estando aflitos, angustiados, feridos, esses jovens se tornam desconfiados, passando a não acreditar em mais nada neste mundo. Eles assumem esse estado emocional psicológico de autofechamento. Normalmente, esses jovens costumam desistir de namorar, de casar, tornam-se pessoas inseguras, que inviabilizam qualquer outro relacionamento afetivo dali por diante, Os sentimentos não entram e não saem mais, transformando o jovem numa ostra.

   b) Cinismo: Por outro lado, o jovem vítima de um fim de namoro corre o risco de se tornar cínico, irresponsável, partindo para a teoria do toma-lá-dá-cá; “Me traíram? Vou trair também! Me magoaram? Vou magoar também!”  Esse comportamento desenvolve um tipo de doença psicológica, um tipo de patologia de conduta e comportamento desvirtuados. Essas pessoas transformam-se em fruto de uma experiência para a qual ainda não estavam preparadas.

 

Para encerrar essa parte, achamos por bem aproveitar a oportunidade e deixar registrados alguns conselhos para os jovens cristãos que iniciam seu período de namoro, para que um possível final dessa experiência não traga à tona situações embaraçosas para os dois lados, que venha a dificultar a convivência dos dois dentro do grupo da mocidade da igreja, após um possível final de namoro:

 a) Não comente com terceiros sobre ”coisas” do seu namoro, nem antes e nem depois;

b) Não comente defeitos ou virtudes do seu parceiro, nem antes e nem depois;

c) Continuem amigos e mantenham o mesmo respeito da época em que começaram o namoro;

d) Evitem novos relacionamentos imediatos, no meio do grupo de jovens. Dê um tempo!

 

 

 3. CASTIDADE

 

 

A ética evangélica ensina que os jovens deverão permanecer castos durante o seu tempo de namoro e noivado, enquanto aguardam pelo possível e sonhado matrimônio. A Bíblia está cheia de advertências a esse problema.

Caso uma jovem tenha perdido a sua virgindade antes de aceitar a Jesus Cristo como seu Salvador, Deus jogará esse pecado no mar do esquecimento, pois terá sido cometido sem o conhecimento da Palavra. Porém, isso não quer dizer que a jovem possa continuar nessa prática pecaminosa depois de se converter. Muito pelo contrário: se fizer isso, agora estará pecando conscientemente, e Deus será implacável com ela.

Por outro lado, quando um casal se controla nas carícias sensuais, evitando lugares e circunstâncias que favoreçam à prática da promiscuidade sexual, estará valorizando muito a sua lua-de-mel, bênção que os incrédulos desconhecem completamente, pois antecipam etapas de sua vida, ao contrário do que Deus planejou para eles.

  

  

3.1  Amor ou Paixão

 

O que será que acontece quando dois jovens cristãos se sentem atraídos um ao outro, decidindo por estabelecerem um namoro? Foi por causa das atividades da própria igreja, ou teve a ver com atração física, flerte, paquera, “ficar” e outras modernidades que o mundo tem inventado, e que muitos evangélicos acham que podem seguir?

 

Um pastor chamado Ivan da Silva de Souza assim definiu essas duas tendências:

 

O amor é controlado, é gradativo, esfria lentamente, não se transforma em ódio, busca a qualidade do caráter, apresenta-se como de fato é, procurando dar mais do que recebe.

Já a paixão é descontrolada, sendo rápida, tanto quando começa como quando acaba, esfriando subitamente, e pode se transformar em ódio, buscando apenas a aparência. É egoísta.

 

 

 No seu livro Namoro, Noivado e Casamento, o Pr. Bartolomeu de Andrade assim define essas diferenças vistas acima.

 

Paixão é algo muito parecido com amor, mas não é amor. Quando alguém escolhe um companheiro(a) para a vida, através desse sentimento chamado paixão e não pelo amor, deve estar correndo perigo, pois paixão, em primeira instância, significa algo passageiro, tendo mais a ver com a atração física do que com sentimentos espirituais, morais e intelectuais, que formam a solidificação de um casamento.

Paixão está para atração física assim como o amor está para os sentimentos interiores das pessoas. Tem pessoas que não se preocupam com o caráter dos olhos, observando apenas os aspectos físicos, deixando-se dominar por paixão, um sentimento que é o oposto do amor verdadeiro e duradouro. (ANDRADE, 1993, p.23)

 

  

  

3.2   Intimidades

 

 Não existe um código de conduta para namorados, apesar de alguns princípios devam ser observados. Até pouco tempo atrás era comum líderes espirituais proibirem aos namorados de andarem de mãos dadas, abraçados, beijando-se, etc., mas são normas humanas, são costumes, situações que não conseguem persistir nos dias atuais.

As intimidades excessivas e inconvenientes não só desvirtuam os princípios evangélicos como acarretam, por isso mesmo, sérios prejuízos de ordem moral e espiritual, tanto para a moça como para o rapaz. A jovem amorosa, romântica e sedenta de carinho, corre grande risco ao consentir que o namorado lhe proporcione certas carícias só permitidas a pessoas casadas.

 

Uma vez estimulado pela passividade da namorada, o jovem crente pode chegar a extremos antes não desejados, e a garota é quem viria a sofrer os maiores prejuízos. Por isso, cabe a ela estabelecer os limites adequados a um relacionamento cristão, o que sinalizará como dignidade, seriedade, pressupostos numa garota evangélica.

Por outro lado, se a garota se revelar uma presa fácil, concordando seguidamente com as intimidades, isso mostrará ao rapaz que ela já deve ter tido experiências “anteriores” com tais intimidades. Mas se, ao contrário, a moça mostrar-se intransigente, não negociar com tais liberdades, faz com que seu conceito cresça junto ao rapaz.  Ela precisa não esquecer da força de sua biologia ou de sua sexualidade, que é latente, mas controlável.

É necessário que se repita que a moça deve controlar os impulsos da sua feminilidade, pois quanto mais concessões fizer ao rapaz, julgando que o está cativando, tanto menos confiança ele depositará nela, e a tendência será um aumento exacerbado das intimidades inconvenientes e indecorosas.

  

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

Como dissemos no começo deste estudo, o relacionamento afetivo é uma área melindrosa, complexa demais para ser enfrentada de peito aberto, sem um mínimo de instrução e conhecimento.

Depois de tudo o que foi exposto aqui, concluímos que o ideal é que o jovem evangélico não procure namoro fora da igreja, pois estará correndo sério risco de comprometer a sua vida futura, pois não terá como voltar atrás, a não ser como se vê por aí, com os cartórios acusando maior índice de divórcios do que de casamentos.

Em cima dos nossos mais de trinta anos frequentando igrejas, já vimos de tudo, nessa área. O garotão chega de mansinho na igreja, passa a frequentar os cultos ao lado da mocinha pretendida, faz amizade com o grupinho de jovens, e alguns chegam até a se batizar em águas. Porém, na festa de casamento a família dele já vai exigindo a presença de um grupo de pagode para “animar” a festa.

Um mês depois, o “visitante” já não quer mais vir ao culto, e depois começa a convidar a esposa para irem numa festa, num clube, num baile, e assim por diante.  Ou ela vai, ou corre sério risco de ele ir sozinho, acusando-a de não ser uma boa esposa, de não querer “acompanhar” o marido, e assim por diante. E não espere apoio da família dele!  E nem se queixe da sua, pois ela terá razão em dizer que “avisaram”. A partir daí, que Deus tenha misericórdia da vida da nossa jovenzinha querida.

 

 

FONTES DE PESQUISA

 

CHRISTENNSON, Larry. A família do cristão normal. Belo Horizonte: Editora Betânia, 1988, 208p.

 

D’ARAÚJO FILHO, Caio Fábio. Abrindo o jogo sobre o namoro. Belo Horizonte: Editora Betânia, 1985, 59p.

 

SHORT, Ray. Perguntas sobre sexo, namoro e amor. São Paulo: Editora Mundo Cristão, 144p.

ANDRADE, Bartolomeu Severino de. Namoro, noivado e casamento. Tubarão/SC: Edição própria, 1993, 30p.

 

 

AUTOR

 

Walmir Damiani Corrêa

Por: Walmir Damiani Corrêa

Publicado em 27/06/2014

Procedência - www.elevados.com.br

Todos os direitos reservados ©elevados.com.br 2013 - 2019