Islamismo: uma força que assusta

 

 

 

ISLAMISMO

 

 

 

 

 

 

1. A BUSCA PELA RELIGIÃO

 

 

Desde os primórdios da civilização, o homem sente uma forte necessidade de procurar por Deus, buscar n’Ele alento e força para continuar na sua luta diária. Com o correr dos tempos, líderes começaram a impor teorias próprias a seus seguidores. 

Porém, antes de entrar no estudo das religiões, é preciso que se esteja preparado para refletir sobre aquilo que as pessoas pensam diferente de nós, pois só assim conseguiremos reforçar os fundamentos da nossa fé e buscar subsídios para recuperar essas pessoas. Segundo Geoffrey Parrinter, no seu livro “Religiões mundiais – da História Antiga ao presente”, “...o conhecimento leva ao entendimento, e o entendimento à tolerância para com as pessoas que tenham um ponto de vista diferente.”

 

 

1.1  As origens das religiões

 

 

Qual o motivo e como surgiram as religiões são perguntas de vital importância para todos os que se interessam em encontrar a verdade a respeito de religião e crenças religiosas. Tratando-se de origem, as pessoas logo pensam em nomes como Maomé, Buda, Confúcio e Jesus, nomes centrais que estabeleceram um tipo de fé. Alguns deles eram filósofos que defendiam ideias próprias, aperfeiçoadas mais tarde por outros, criando uma aura mística e até um endeusamento em torno de tais pensadores. É bom registrar que a maioria dessas ideias “inovadoras” foram baseadas em sistemas religiosos já existentes, que não satisfaziam às aspirações de um povo de determinada região.

 

 

1.2  A tradição religiosa

 

 

A religião se tem tornado quase um assunto de tradição familiar, fazendo com que, invariavelmente, outras pessoas escolham por nós a nossa religião. O historiador Arnold Toynbee diz que “o indivíduo ser adepto de certa crença é muitas vezes determinado pela localização geográfica, do lugar onde nasceu.” Assim, se a religião de nascimento fosse obrigatoriamente a verdadeira, a aprovada por Deus, muitas pessoas ainda estariam praticando os antigos cultos da fertilidade. É como se disséssemos: o que é bom para meus antepassados é bom para mim.

É normal e aceitável que as pessoas discordem entre si nas suas crenças religiosas, mas não existe base para que se odeie alguém só porque tem um ponto de vista diferente. (1 Pe 3:15 e 1 Jo 4:20,21). Observe a semelhança dessa ideia, através de citações de procedências diferentes:

 

Judaísmo: “Ama a teu próximo como a ti mesmo.”  (Levíticos19:17,18)

 

Cristianismo: “...continuai a amar os vossos inimigos, a fazer o bem...” (Lucas 6:27,35)

 

Alcorão: "É possível que Alá faça surgir amizade entre ti e aqueles que consideras como inimigos.”  (Surata 60:7 MMP)

 

 

 

1.3  Todos os caminhos levam a Deus

 

 

O Pr. Natalício Álvaro Batista, um querido amigo de Canoas/RS, costumava dizer que esta é a maior mentira que já se disse na face da terra. O fato de respeitarmos ideias contrárias às nossas, não quer dizer que estamos concordando com elas. O historiador Geoffrey Parrinder pondera o seguinte: “Diz-se às vezes que todas as religiões têm o mesmo alvo, ou que são caminhos que igualmente levam à verdade, ou até mesmo que todas elas ensinam as mesmas doutrinas (...) No entanto, os antigos astecas erguiam para o sol os corações de suas vítimas! Fica claro que a religião deles não era tão boa quanto a do pacífico Buda.”  Se lermos Miquéias 6:8 veremos o próprio Deus determinando o que é aceitável, quando se trata de adoração.

 

 

1.4  A religião e seus frutos

 

 

A conduta de cada pessoa normalmente será um reflexo da sua formação religiosa. Cada um deve fazer-se a seguinte pergunta: Minha religião produz em mim uma pessoa mais bondosa, generosa, honesta, humilde, tolerante e compassiva? Se essas coisas não estão acontecendo, está havendo alguma coisa errada com a sua religião.  A seguir, alguns registros escritos a respeito disso:

 

“Enquanto a religião verdadeira evita um crime, as religiões falsas acham pretexto para mil.” (Charles Caleb Colton, 1825)

 

“Temos bastante religiões para fazer-nos odiar uns aos outros, mas não o bastante para que nos amemos uns aos outros.”  (Jonathan Swift, 1720)

 

“Os homem jamais pratica o mal tão completa e alegremente como quando o faz por convicções religiosas.” (Blaise Pascal, 1658)

 

“...Toda árvore boa produz bons frutos, e toda árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa produzir maus frutos, nem a árvore má produzir bons frutos. Toda árvore que não dá bom fruto é cortada e lançada no fogo. Portando, pelos seus frutos conhecereis estes homens.” (Jesus, em Mt 7:17-20)

 

 Quanto à citação de Pascal, acima, veja que em duas guerras mundiais, católicos mataram católicos, protestantes mataram protestantes, etc. Apesar da admoestação de Gálatas 5:19-21, os cristãos praticam essas atrocidades há séculos, atitudes essas toleradas, não raro, pelo clero: Cruzadas, Inquisição, conflitos no Oriente Médio, Irlanda do Norte, Irã x Iraque, hindus X siques, etc. 

 

 

1.5  A religião certa

 

 

Muitas pessoas evitam falar sobre religião e fogem dizendo: Minha religião é boa para mim: não faço mal a ninguém, ajudo aos outros sempre posso, não fumo, não jogo... Será que isso é o suficiente? Basta criarmos um critério pessoal a respeito de religião? Como já foi dito anteriormente, é necessário que se conheça parâmetros, instrumentos palpáveis que definam o que é certo e o que é errado. 

O “Torah” (cinco primeiros livros da Bíblia), também conhecido como “Pentateuco”, é o mais antigo registro escrito, datando dos séculos XV e XVI a.C., registrados por Moisés sob inspiração divina. Os escritos hindus do “Rig Veda”, só aparecem no ano 900 a.C. e em momento algum reivindicam inspiração divina; o “Cânon dos três Cestos”, do budismo, é do século V a.C., não reivindica inspiração divina também; o “Alcorão”, que afirma ter sido inspirado por Deus, através do anjo Gabriel, é um produto do século VII d.C.; o “Livro dos Mórmons” teria sido inspirado ao norte-americano Joseph Smith por um anjo chamado Moroni, no século XIX d.C.

Cabe aqui uma pergunta: Se essas outras obras são inspiradas por Deus, por que seus ensinamentos contradizem os da Bíblia, que é a fonte original de inspiração?  Reafirmamos, então, que são essas diferenças, que aparecem nos documentos posteriores à Bíblia, que recebem o nome de heresia.

 

 

1.6  A fé e suas deformações

 

 

Conscientes ou não, muitas atitudes das pessoas têm ligação com práticas ou crenças supersticiosas, algumas delas tendo relação com deuses ou espíritos. A celebração de aniversários de nascimento, por exemplo, origina-se da Astrologia, enquanto que o bolo de aniversário está relacionado com os bolos de mel, em forma de lua, com velas, utilizados para festejar os aniversários da deusa grega Ártemis. Outro costume estranho é o das pessoas vestirem-se de preto para os funerais, que era um ardil para “tapear” os espíritos maus que estivessem por perto nos velórios e sepultamentos.

No Ocidente, existem as superstições de quebrar espelhos, ver um gato preto passar por baixo de escada, e o azar da sexta-feira 13, enquanto que no Oriente os japoneses costumam transpassar o quimono da esquerda para a direita, os defuntos são vestidos pela forma contrária e as casas não possuem abertura para o lado nordeste, para que os demônios que vêm dessa direção não entrem; nas Filipinas, as pessoas tiram os sapatos dos mortos antes do sepultamento, para que “São Pedro” os receba bem.

Atualmente, na busca do desconhecido, é normal ver-se pessoas consultarem médiuns, cartomantes e adivinhos para conhecerem o futuro ou receberem orientações para decisões importantes, prática muito comum em pessoas que pertencem várias religiões. Algumas pessoas, inseguras quanto ao que costumam seguir, transformam o espiritismo, a magia negra e o ocultismo como sua segunda religião.

 

 

1.6.1  Os descrentes

 

 

Antes de nos determos nas grandes religiões, vamos estudar um pouco aqueles grupos de pessoas que não se sentem tocadas por nenhum tipo de fé, encontrando explicação para tudo na natureza que os cerca, no “destino”, etc.  

É preciso que se diga que as pessoas mais insensíveis que apareceram no decorrer da História da Humanidade, descuidadamente ou não deixaram claro que acreditavam na existência do Deus Supremo. 

Apesar da aparência de ateus, no íntimo essas pessoas aceitavam Jesus Cristo como o Filho que Deus mandou ao mundo para pagar pelos nossos pecados. Entre elas podemos destacar:

 

 

Francis Bacon (filósofo) – “Eu creio que a crucificação de Cristo deve tirar os pecados dos homens.”;  

 

Rosseau (ateu libertino) – “Se a vida e a morte de Sócrates foram as de um filósofo, a vida e morte de Jesus Cristo foram as de um Deus.”;  Lord Byron (poeta libertino) – “Se jamais algum homem foi Deus, ou Deus Homem, Jesus Cristo foi ambas as coisas.”;  

 

Napoleão (conquistador impiedoso) – “Eu penso que compreendo alguma coisa da natureza humana, e digo que Alexandre, César e Carlos Magno foram homens, e eu também sou homem, mas nenhum é como Ele: Jesus Cristo é mais que homem.”;  

 

Michelangelo (pintor e escultor italiano) – “Morro na fé de Jesus Cristo e na firme esperança de uma vida melhor.”

 

 

Entrando no estudo dos grupos de pessoas que dizem não crer na existência de Deus, vamos citar o que disseram McDowell e Stewart no seu livro “Entendendo as religiões”: “Enquanto aqueles que crêem em alguma forma de Deus atribuem de alguma maneira a existência deste mundo a esse Deus (ou deuses), o ateu, o agnóstico e o cético apresentam uma explicação naturalista e alternativa para este mundo.”  

Como o assunto é muito vasto, pois os segmentos sofreram divisões, fica muito maçante desenvolver-se a história de cada um desses grupos, optando-se em dar uma pequena definição de cada um, quanto à origem e visão de Deus.

 

ATEÍSMO

 

É uma palavra originária do grego, formada pelo prefixo a (não ou nenhum) e pelo substantivo theos (deus ou deuses). Um ateísta é alguém que crê que existem provas em favor da inexistência de Deus, através de explicações naturais, nunca sobrenaturais. Para eles, toda prova, crença e fé religiosas são falsas. Esse termo começou a ser conhecido com Nicolau Maquiavel, falecido em 1527.

 

AGNOSTICISMO

 

Origina-se do grego, palavra formada pelo prefixo a (não ou nenhum) e pelo substantivo gnosis (conhecimento adquirido pela experiência). Um agnóstico é alguém que crê não existirem indícios suficientes para se provar a existência ou inexistência de Deus ou deuses, criticando tanto os teístas como os ateístas pela presunção de tal conhecimento. Segundo William e Mabel Shakarian, o agnosticismo “se refere a um ponto de vista neutro quanto à questão da existência de Deus; é um ponto de vista da pessoa que decide permanecer num estado de julgamento suspenso.” 

Já existem registros da existência dos gnósticos nos primeiros séculos da Igreja Primitiva, pois não aceitavam a santidade de Jesus pelo fato de que toda matéria era má. Assim, negaram a morte e ressurreição de Jesus. Os três pontos que os opõe às verdades bíblicas são: a) o mundo da matéria é ruim; b) a salvação vem por meio do conhecimento e c) não crença no Cristo “homem”. 

 

CETICISMO

 

É uma palavra originária do latim scepticus (indagador, pensativo, aquele que duvida) e formada pelo prefixo a (não ou nenhum) e pelo substantivo gnosis, que por sua vez deriva-se do grego scepsis(indagação, hesitação, dúvida). Esse é o segmento oriundo de uma determinada escola de pensamento filosófico, os céticos, os quais acreditavam que, pelo fato do conhecimento ser verdadeiro e inatingível, deve-se suspender qualquer juízo com relação à verdade. Segundo eles, o único método para se chegar ao conhecimento das questões acima mencionadas é duvidar até que se ache algo indubitável ou algo tão indubitável quanto possível. Sempre que as provas não forem conclusivas, deve-se suspender o juízo. O primeiro filósofo cético conhecido foi Pirro de Elida, que viveu de 365 a 275 a.C.

 

 

2.  O ISLAMISMO

 

 

2.1  Introdução

 

 

O islamismo é a religião oficial dos países árabes, que tem como base territorial o Oriente Médio, mas está se espalhando rapidamente pelos cinco continentes.  

Sua fácil difusão deve-se ao fato de não possuir iniciação secreta, tendo um credo e doutrina fáceis de serem entendidos. Qualquer pessoa interessada pode ingressar numa congregação local (Ummah), não havendo discriminação racial e nem de cor. Tem um forte chamado à união universal dos povos. 

O termo ISLÃ significa submissão, sendo que seus seguidores são chamados de Muçulmanos (aqueles que se submetem) ou de Maometanos, (seguidores de Maomé).

Se nos transportarmos para os tempos bíblicos de Abraão, veremos que os islâmicos são parentes bem próximos dos judeus, pois descendem de Ismael, enquanto os últimos descendem de Isaque, ambos filhos de Abraão. 

Entre as facções mais numerosas, podem ser citadas as dos SUMITAS (80%) e dos XIITAS (20%), havendo ainda os SUFISTAS.

 

 

2.2  Costumes religiosos 

 

 

Maomé determinou que homem muçulmano se case e multiplique a raça árabe, para que o Islamismo cresça. O homem pode ter até quatro mulheres como esposas legais, desde que possa sustentá-las e a seus filhos. Para poderem ter mais filhos, muitos homens casados possuem concubinas, além das esposas. Assim, mesmo que afirmem considerar o casamento como importante, não santificam a união conjugal. 

O Islamismo não é uma religião bíblica, nem cristã e muito menos evangélica. 

O dia santificado para os islamitas é a sexta-feira e o nono mês do calendário muçulmano é considerado santo, recebendo o nome de “Ramadã”. É o mês do jejum.

 

 

2.3  Origem dos povos muçulmanos

 

 

Eles surgiram bem lá no passado, na época de Abraão e Sara. Como esse casal não conseguia ter filhos, Sara aconselhou seu marido Abraão a tentar consegui-lo com sua escrava egípcia Agar, conforme os registros de Gênesis 16:15,16. Dessa ligação imprópria nasceu ISMAEL, de quem descenderam os 12 príncipes dos povos ismaelitas. Ele casou-se com uma mulher egípcia (Gênesis 21:9,21). 

Assim, os árabes são semitas (descendentes de Ismael), parentes próximos dos judeus (descendentes de Isaque), espalhando-se pelo Oriente Médio, Ásia, África e parte da Europa (Gênesis 17:20,21 e 25:16). 

 

 

2.4  Origem da Religião Islâmica

 

 

O criador da religião islâmica foi Maomé, que nasceu em Meca, na Arábia Saudita, por volta de 570 da nossa era. Seu pai, Abdala, morreu durante a gestação, e sua mãe, Amina, morreu quando ele tinha cerca de seis anos. Aos 25 anos casou-se com uma mulher viúva, uma egípcia chamada Khadijah.

Por causa de um conflito armado, Maomé fugiu para Medina em 622 d.C., e essa fuga transformou-se no marco inicial da religião muçulmana, inclusive o calendário muçulmano começou a ser contado a partir desse ano.  

Maomé expandiu suas guerras por conquistas de terras, visando implantar um domínio territorial árabe e implantação da religião do Islã. Eles chamam a esses conflitos de “Guerra Santa”, até que ele voltou para Meca e a conquistou militarmente. 

Muito cedo ele revelou-se um homem religioso, procurando cavernas para meditação e jejum. Sua crença em Deus não se sabe se vinha do cristianismo ou do judaísmo, ou de ambos. Ele acreditava em apenas um Deus, que em árabe é chamado de “Allah”. Maomé rejeitava todo tipo de idolatria.

Em tempo, vale registrar que Maomé teve 18 mulheres, todas viúvas. Morreu aos 62 anos, em consequência de uma picada de inseto. Seus restos mortais estão na mesquita El Haram, na cidade de Medina. 

Segundo o Islamismo, Maomé foi o único, o último e o perfeito profeta de Deus para a humanidade. 

 

 

2.5  Histórico

 

 

O Islã foi fundado em 622 d.C., na cidade de Medina, Arábia. Seu fundador, Mohammad, nasceu na cidade de Makka, em 570 d.C, num contexto religioso que mesclava animismo, politeísmo, monoteísmo etc. Cristãos e judeus vivam nas imediações. Havia em Makka um santuário chamado Caaba, que conserva até hoje uma pedra negra, considerada sagrada pelos árabes. Alguns desses praticavam a adoração a "Allah", porém, este era visto como um deus tribal, sem caráter universal. 

Em 610 d.C., aos quarenta anos, Mohammad, enquanto meditava numa caverna, teria recebido a visita do anjo Gabriel (Jibril, em árabe), que lhe revelou o que hoje é conhecido como o Alcorão (veja Escrituras). Começou a pregar que só havia um único Deus, o Juízo Final e que ele era o derradeiro mensageiro de Deus, o restaurador da religião verdadeira que há muito havia desaparecido. Essa pregação trouxe forte oposição de seus contemporâneos. Isso levou Mohammad a fugir para Madina, em 16 de julho de 622. Esse acontecimento, conhecido como Hégira (migração), marcou o início do calendário muçulmano. 

Nessa cidade ele estabeleceu sua doutrina, recrutou adeptos e construiu a primeira mesquita. Em 630, com seus seguidores, entrou em Makka, submetendo-a, sem combate, à nova fé. Sua primeira atitude foi destruir os ídolos da Caaba. Morreu dois anos depois, aos 63 anos. Antes disso, a maior parte da Arábia já era muçulmana. 

Atualmente o Islã é a segunda maior religião do mundo – depois do Cristianismo – contando com cerca de 1 bilhão de adeptos. A sede no Brasil fica em São Bernardo do Campo, SP. Sua população não passa dos 50 mil adeptos, segundo os últimos dados fornecidos pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Censo Demográfico de 1991). 

 

 

2.6  As profecias do anjo Gabriel

 

 

Quando chegou aos 40 anos, Maomé diz ter recebido uma chamada para ser profeta, numa de suas meditações em cavernas. Segundo ele, a mensagem lhe foi entregue pelo anjo Gabriel, a princípio não aceita por Maomé, mas o anjo sacudiu-o tanto que ele não pôde resistir mais. 

Outra fonte diz que a inspiração divina foi revelada a Maomé através de uma campainha. Por não saber ler, Maomé precisou memorizar as mensagens para depois poder repeti-las. Ele costumava repetir as mensagens a toda pessoa que encontrasse, que por sua vez também a memorizavam, passando-a adiante. 

Como os árabes ainda desconheciam a arte de escrever em papel, os escribas encarregaram-se de registrar essas mensagens em folhas de palmeira, em madeira, pergaminho ou em omoplatas de camelos. 

Segundo Muhammad Pickthall, “...todas as suratas do Alcorão haviam sido registradas por escrito antes da morte de Maomé, e muitos muçulmanos haviam decorado o Alcorão inteiro. Mas as suratas escritas ficaram dispersas entre o povo, sendo unificadas mais tarde da melhor maneira possível.“ 

Outra informação interessante, segundo o Dr. J.A. Williams, preletor de história islâmica, é que os muçulmanos não aceitam a tradução do Alcorão para outra língua, pois acham que isso tiraria parte da pureza da mensagem original.

O ano de 622 é considerado como o início do calendário islâmico, quando Maomé instalou-se na cidade de Medina, fugindo às perseguições feitas a ele em Meca. Cerca de oito anos depois, o profeta voltou e dominou Meca, passando a ter o controle civil e religioso nas mãos, acabando com o culto a imagens.

Nessa época, os árabes começaram a praticar uma forma de adoração a “Allah”, centralizado no vale de Meca, utilizando um edifício simples chamado “Caaba”, em forma de cubo, onde se reverenciava um meteorito negro. Segundo a tradição islâmica, esse local foi originalmente construído por Adão, sendo reconstruído depois do dilúvio por Abraão e Ismael. Os povos peregrinos vinham de todos os lugares até Meca, uma vez por ano, tradição que sobrevive até hoje.  

Segundo o livro “Man’s religions” de John Noss, Maomé cresceu alimentando um descontentamento com as constantes discussões entre algumas tribos árabes, alguns remanescentes grotescos na religião, o politeísmo, a imoralidade nas assembleias e quermesses religiosas, a bebedeira, a jogatina e as danças da moda, o sepultamento de bebês do sexo feminino (ainda vivos), coisas que eram praticadas em toda a Arábia, e que estão registradas na Surata 6:137.

 

 

2.7  O Islamismo após Maomé

 

 

Na época em que Maomé morreu (632 dC), o Islamismo já estava difundido no Afeganistão e na Tunísia. No início do século VIII chegava à Espanha e à fronteira francesa. 

A partir daí começaram a aparecer algumas divisões, uma vez que o profeta não deixara nenhum descendente masculino e não existia sucessor designado claramente. Seu sucessor, então, foi o califa Abu Bakr, que morreu dois anos após ter assumido a liderança.

Depois dele, veio o califa Omar, que expandiu as fronteiras do mundo islâmico durante o seu califado, mas numa teocracia em que não havia distinção entre religião e Estado. Depois dele vieram os califas Uthman e Alli.

Alli foi o quarto califa, e era genro de Maomé. Com ele, acentuaram-se a disputa pelo poder, definindo-se várias facções religiosas. Foi de Alli que surgiu a maior facção islamita, que recebeu o nome de SUMITA.

Uma segunda facção importante dessa época eram os XIITAS, que atualmente predominam no Irã, sendo que seus líderes recebem o título de Aiatolás. Uma terceira facção surge com o nome de SUFISTAS, que são os místicos religiosos do Islamismo. Esses alegam andar bem perto de Deus, mediante seu fervor e zelo religioso e orações. 

Muitas lutas internas trouxeram derramamento de sangue por causa dessas sucessões entre XIITAS e SUNITAS, grupos que permanecem até os dias de hoje. Apenas 20% dos muçulmanos são XIITAS, e todo o restante são SUNITAS.

 

 

 

3.  A DOUTRINA DO ALCORÃO

 

 

O Alcorão, também chamado de “Corão”, é o livro sagrado do Islamismo, um manual contendo 114 capítulos, chamados de suras ou suratas. Parte desse manual (86 suratas) foi escrito pelo próprio Maomé, o fundador do movimento, sendo que o restante foi escrito pelos seus discípulos, após a sua morte. O Alcorão possui 6.236 versículos. 

Os muçulmanos declaram que o Alcorão foi revelado por Deus, sendo para eles de autoridade divina, da mesma forma como a Bíblia é considerada pelos cristãos. 

Como já dissemos, o Islamismo crê que o caminho em direção a Deus seja através da submissão. O primeiro capítulo do Alcorão (Corão), livro sagrado dos muçulmanos, traz a seguinte mensagem: 

 

“Louvado seja Deus, Senhor do Universo, Clemente, Misericordioso, Soberano do Dia do Juízo. Só a Ti adoramos e só a Ti imploramos ajuda! Guia-nos à senda reta, à senda dos que agraciaste, não a dos abandonados nem a dos extraviados.”  (Surata 1:1-7) 

 

O Alcorão (literalmente: recitação) é a autoridade máxima do Islã, que ensina ter Deus revelado cada palavra através do anjo Gabriel a Mohammad, que era analfabeto. Este teve de memorizar todas as palavras, ditando-as aos seus discípulos. Depois de sua morte, um grupo de escribas começou a assentar tudo por escrito. O resultado final é uma obra contendo 114 suratas (capítulos). 

Há extensa citação (indireta) tanto do Antigo quanto do Novo Testamentos (embora apregoe que estas obras literárias tenham sido corrompidas através dos séculos). A segunda fonte de autoridade para os muçulmanos é a Sunna, a coleção da tradição das declarações e dos feitos de Mohammad, apresentados em forma de hadis (breves narrativas). 

Os muçulmanos creem que a sua fé é a culminância das revelações dadas aos fiéis hebreus e cristãos do passado. Contudo, seus ensinamentos divergem da Bíblia em muitos pontos, embora citem grandes porções semelhantes às Escrituras Hebraicas e Gregas, no Alcorão. 

A partir do século VII o islamismo expandiu-se para o Paquistão, Índia, Bangladesh e Indonésia, passando a encontrar a resistência da Igreja Católica, que organizou Cruzadas para recuperar a Terra Santa dos muçulmanos. Em 1492, já na época das grandes navegações, a Espanha católica recuperou a hegemonia religiosa de suas terras, sendo os muçulmanos e judeus obrigados a converter-se ao catolicismo ou serem expulsos de lá.

No início do século VIII, os muçulmanos romperam com as crenças hebraicas e cristãs, pois consideravam os israelitas como violadores do pacto. Os cristãos eram considerados heréticos porque consideravam Jesus como igual a Deus, por meio da doutrina da Trindade. (Surata 4:153-176). 

Simplificando o ensinamento islâmico, vejamos como é a sua confissão de fé, que todos eles conhecem de cor: “Não há deus senão Alá; Maomé é o mensageiro de Alá.”  Segundo o islamismo, o homem tem uma alma que sobrevive para uma vida futura, sendo recolhida por Deus no momento da morte e os demais durante o sono, sendo que creem na ressurreição. Ainda segundo eles, a alma poderá ter dois caminhos: o jardim celestial paradisíaco ou o inferno ardente. 

Quanto à última possibilidade, o Alcorão conta com riqueza de detalhes como será esse castigo, como a pele ser substituída por outra quando for queimada, que não haverá água para refrescar o calor horrível. Porém, antes do Juízo Final, a alma dos falecidos ficarão num lugar chamado “Barreira”, onde terá consciência da vida que teve e do que lhe espera no julgamento.

Embora o Alcorão permita a poligamia, muitos muçulmanos só têm uma esposa. Maomé, porém, desposou várias mulheres, deixando nove viúvas, no momento de sua morte. Existe uma espécie alternativa de casamento, regida por um contrato, que define um tempo para o início e o fim do casamento, mediante o pagamento de um dote, chamado de “Casamento do prazer”. Os filhos desses casamentos têm o mesmo direito daqueles de casamentos permanentes.

O Islamismo recomenda que cada membro ore cinco vezes por dia, sendo que, para isso, os homens devem se dirigir a uma mesquita, que atualmente existem em todas as partes do mundo. 

Existem outros livros sagrados, porém secundários, no Islamismo, como o “Torah” (Lei de Moisés), o “Zabur” (Salmos de Davi) e o “Ingil” (Evangelho de Jesus). Seus conteúdos, entretanto, não têm nada a ver com os textos da Bíblia, pois são adulterados de tal modo que os leitores bíblicos não os reconhecem. Por outro lado, se um árabe ler o conteúdo da nossa Bíblia, dirá que é falsificada, visto que o texto nada tem a ver com o deles.

 

 

3.1 As cinco doutrinas fundamentais

 

DEUS

 

Existe só um Deus supremo, Allah, o Criador e único árbitro para salvar o crente da destruição do mundo e colocá-lo no paraíso, e Maomé é seu único profeta. A fé Islã é essencialmente monoteísta (Hanif). Sua concepção da unicidade de Deus, leva-a a rejeitar a crença cristã na doutrina da Trindade, afirmando que esta deturpa o monoteísmo bíblico. Diz que os cristãos "inventaram a Trindade ou a copiaram da idolatria pagã". 

 

OS ANJOS

 

O anjo Gabriel apareceu para Maomé, sendo instrumento de entrega das revelações contidas no Alcorão. Creem na existência de Satanás, bem como em seres espirituais bons e maus, todos eles se situando entre os anjos e os homens.

 

OS LIVROS SAGRADOS

 

Consideram quatro os livros inspirados no Islamismo: o Corão, o Torah, os Salmos, os Profetas e o Evangelho;

 

OS PROFETAS

 

O Islamismo crê em numerosos profetas. Os maiores, para eles, são Adão, Noé, Abraão, Moisés, Jesus e Maomé, este considerado como o último e maior de todos eles.

 

O ÚLTIMO DIA

 

 Creem que no último dia haverá uma ressurreição e julgamento para todos. Quem seguiu e obedeceu a Allah como Deus, e a Maomé como seu profeta, irá para o céu, que o Islamismo chama de “Paraíso”, ou de “Lugar de delícias”. Os desobedientes, irão para o inferno, onde sofrerão tormentos eternos. 

 

 

3.2  As cinco colunas da fé

 

 

As cinco colunas da fé, segundo o Islamismo, são práticas fundamentais para todos os praticantes: O Credo, as orações, as esmolas, o jejum e a peregrinação a Meca.

 

 


3.3  Islamismo x Cristianismo

 

 

É interessante, mas o nome de Jesus é citado 25 vezes no Alcorão, aparecendo ora como filho de Maria, ora como o messias, filho de Maria. Porém, eles deixam bem claro que Jesus não passou de um profeta. Por sinal, Maria é o único nome de mulher citado dentro do Alcorão.

É estranho os islâmicos considerarem Jesus como profeta, mas preferem seguir a Maomé que veio bem depois. Quem será o falso profeta entre os dois?

Por outro lado, se o nome de Maria foi o único nome de mulher citado no Alcorão, e ela exaustivamente apresentou Jesus como o Messias prometido, por que eles não seguem essa orientação? Nós, como cristãos, cremos em Jesus como o Filho de Deus, o Messias da descendência de Abraão, largamente profetizado na Lei e nos Profetas (João 3:16-18).

 

 

3.3.1   Jesus Cristo 

 

 

Jesus é respeitado e reverenciado no Islamismo como um dos maiores mensageiros de Deus para a humanidade (Mohammad é o maior e o último deles). Creem que nasceu da virgem Maria, contudo Ele não pode ser considerado "Filho" de Deus num sentido especial como o Cristianismo atribui. Negam também Sua divindade, bem como Sua morte na cruz, e assim, consequentemente, negam Seu sacrifício vicário e a redenção do gênero humano por meio de Sua morte, que são sustentáculos do Cristianismo. Isso se dá devido ao fato de que o retrato feito de Jesus no Alcorão é baseando nos evangelhos apócrifos – que foram rejeitados pelo Cristianismo – e não nos canônicos (Mateus, Marcos, Lucas e João). A ideia da encarnação (veja Cristianismo – Jesus Cristo) parece aos olhos dos muçulmanos como algo degradante, diminuindo a transcendência de Deus. 

 

 

3.3.2   Espírito Santo

 

 

Os eruditos muçulmanos dizem tratar-se do anjo Gabriel. Creem também que as palavras de Jesus referentes ao Espírito Santo sejam aplicadas a Mohammad. Este seria o Consolador, o Espírito da verdade, que Jesus havia profetizado no Evangelho de João, cap. 16, vv. 12 e 13. 

 

 

3.3.3  Salvação

 

 

A salvação no Islã depende da aplicação dos cinco pilares sobre os quais o Islã está fundamentado, a saber: a fé (chahada), a oração (salat), a caridade (zakat), jejum (siyam) e a peregrinação à Makka (hajj). — Veja Vocabulário. 

 

 

3.3.4   Vida após a morte

 

 

O Islã prega a sobrevivência da alma após a morte física e o Dia do Juízo Final. Antes do Juízo, porém, os mortos vão para um lugar ou estado intermediário, conhecido como Barzakh, onde os justos vivem períodos de felicidade e os ímpios de sofrimento, ambos aguardando a ressurreição no Juízo Final. Os que reconheceram que "não há outra divindade além de Deus, e que Mohammad é seu mensageiro" — esse é o resumo de tudo o que o muçulmano deve crer — receberão as alegrias do Paraíso eternamente e contemplarão a Deus. Os que não viveram de acordo com essa profissão de fé serão lançados no inferno. 

Quanto ao inferno, os peritos muçulmanos divergem em relação à durabilidade do castigo: para alguns, Deus poderá perdoar todos os pecados dos infiéis, com exceção da descrença em Deus; para outros, contudo, haverá a salvação universal, ou seja, todos serão perdoados, até mesmo o que cometeram o pecado da descrença em Deus.

 

 

3.3.5  Informações adicionais

 

 

• O Islamismo nega a ideia de pecado original, pois crê que a pureza é inerente ao homem, que, ao corromper-se, pagará por seus pecados pessoais.

• O Islamismo  possui um calendário próprio, que tem como marco inicial a Hégira, ou migração, de Mohammad de Makka para Madina. Sendo assim, eles contam o ano de 622 d.C. como o ano 1 H. Seu calendário é o lunar; tendo seu ano, portanto, 354 dias.

 

 

4.  O ISLAMISMO HOJE

 

 

4.1   O crescimento do Islamismo

 

 

A religião islâmica se propaga rapidamente pelo mundo, devido à grande imigração dos povos árabes e seu intercâmbio com as nações ocidentais. As principais razões são comerciais, educacionais, esportivas, diplomáticas  e turísticas.

As imigrações aumentam surpreendentemente, mesclando sua cultura, sua língua e principalmente a sua religião. O Brasil não é exceção, havendo mesquitas em São Paulo, São José dos Campos, Campo Grande, Brasília, Foz do Iguaçu, etc. 

Se pensarmos em termos de evangelizar esse povo, vale informar que ele forma o maior bloco de povos não atingidos, possuindo mais de quatro mil etnias espalhadas pelos cinco continentes. Pode-se garantir que para cada 6 habitantes do mundo atual, um deles é muçulmano. Estima-se que o número de muçulmanos no mundo perde em quantidade apenas para a Igreja Católica Romana. 

 

 

4.2  O Islã quer a paz

 

 

É importante saber o que o islã realmente representa. Seguem alguns trechos esclarecedores de uma entrevista do historiador inglês Paul Johnson à revista “Veja”:

 

VEJA:  [...]muitos estudiosos têm lembrado nos últimos dias que a religião islâmica prega a paz e a convivência entre os povos.

JOHNSON – Sim. Há ensinamentos de paz no islamismo, mas eles não compõem o coração da doutrina. A palavra “Islã” não significa paz, mas “submissão”. Basta ler o Corão. A sura 9, versículo 5, decreta: “Matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os, e cercai-os e usai de emboscadas contra eles”. E mais adiante o livro insiste que nações, não importa quão poderosas, deverão ser combatidas “até que abracem o Islã”. Essa é a vertente central, ortodoxa do Islamismo. Paz não é uma palavra que se possa encaixar facilmente nessa forma de pensamento. Estamos falando de uma religião imperialista, que parte da premissa de que deve espalhar-se pela força, se necessário. Na Indonésia, por exemplo, muitos não-muçulmanos são confrontados hoje com uma escolha absurda: converter-se ou morrer. Como contraste, gostaria de citar o exemplo dos Estados Unidos. Eles são de longe o país mais religioso do Ocidente – e não uma sociedade puramente materialista, como costumam dizer seus críticos. A diferença é que lá a religião é uma escolha voluntária. (Veja, 26/9/2001, p. 12).

 

Certamente também é útil ler o seguinte artigo  publicado na edição de julho/2001 da revista "Notícias de Israel":

 

 

GLOSSÁRIO

 

 

CAABA – mesquita sagrada muçulmana em Makka; também designa a pedra negra sagrada que se encontra no interior dessa mesquita.

CALIFA – nome dado aos sucessores de Mohammad.

CHAHADA – literalmente: "testemunho"; é o primeiro dos cinco pilares do Islã (sua profissão de fé): "Não há divindade além de Deus e Mohammad é seu mensageiro".

HAJJ – O quinto pilar do Islã, que consiste numa peregrinação anual à cidade sagrada de Makka (para quem tiver condições físicas e econômicas para isso) ou pelo menos uma vez na vida. 

ISLÃ – palavra árabe que significa "submissão"; no contexto muçulmano, significa "submissão ou entrega total a Deus"; no contexto histórico, refere-se à religião iniciada por Mohammad.

JIBRIL – nome árabe para o anjo Gabriel, que supostamente forneceu a Mohammad a revelação" (Alcorão).

MESQUITA – local de adoração dos muçulmanos (masjid, em árabe).

RAMADAN – mês do calendário Islã em que os adeptos devem jejuar, pois nesse mês Mohammad teria recebido a "revelação".

SALAT – orações obrigatórias que os muçulmanos devem praticar cinco vezes ao dia; são recitadas em árabe, contendo versículos do Alcorão. É o segundo pilar do Islã.

SIYAM – é o quarto pilar do Islã, o jejum, que deve ser observado durante todo o mês de Ramadan, do nascer ao pôr-do-sol, seguido da abstenção de comida, bebida e dos relacionamentos sexuais. 

SURATA – cada capítulo do Alcorão.

ZAKAT – literalmente: "purificação"; é o terceiro pilar do Islã, consistindo na prática obrigatória se de dar uma porcentagem do que se ganha ao Islã para sua propagação e outros fins.

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

 

ARRUDA, José Jobson; PILETTI, Nelson. Toda a História: História Geral e História do Brasil. 02 ed. São Paulo: Editora Ática, 1999.

DA SILVA, Ezequias Soares. Seitas e Heresias. Lições Bíblicas, 2} Trimestre de 1997. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 1997.

GILBERTO, Antônio. Religiões,seitas e doutrinas falsas. Lições Bíblicas, 4º Trimestre de 1992. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 1992.

McDOWELL, Josh; STEWART, Don. Entendendo as religiões seculares. São Paulo: Editora Candeias, 1989. 

MELO, Edino. A Bíblia: religiões, seitas e heresias. Série Ferramenta, Vol. III. Campinas: Transcultural Editora, 2005. 

OLIVEIRA, Raimundo F. de. Heresiologia: discernindo entre a verdade e o erro. Campinas: Editora Eetad.

PEDRO, Antônio. História Geral.  São Paulo: Editora FTD, 1995.

 

 

AUTOR DA PESQUISA

Walmir Damiani Corrêa

 

 

Por: Walmir Damiani Corrêa

Publicado em 18/08/2014

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