Descoberta a Arca de Noé

 

 DESCOBERTA 

A ARCA DE NOÉ

 

 


INTRODUÇÃO

 

Faz muito tempo que arqueólogos e aventureiros desconfiam que certos objetos fotografados no Monte Ararate (foto acima) sejam restos da Arca de Noé, que teria sido fossilizada pelo tempo, pelas condições climáticas da região, etc. 

O artigo que estamos escrevendo, juntamente com as fotos correspondentes, foi extraído dos estudos do norte-americano Ronald Whyatt, a princípio, mas depois ajuntamos dados de outros pesquisadores, para não ficarmos apenas com uma posição.

Arqueólogo Ronald Wyatt

Porém, para que possamos entrar definitivamente no assunto, achamos por bem citar o texto bíblico que descreve a Arca de Noé, que fica no livro de Gênesis:

 

Faze para ti uma arca de madeira de cipreste: farás compartimentos na arca, e a revestirás de betume por dentro e por fora. Desta maneira a farás: o comprimento da arca será de trezentos côvados (133 metros), a sua largura de cinquenta (22 metros) e a sua altura de trinta (13 metros). Farás na arca uma janela e lhe darás um côvado (50 centímetros) de altura; e a porta da arca porás no seu lado; fá-la-ás com andares, baixo, segundo e terceiro. (Gênesis 6:14-16)

No sétimo mês, no dia dezessete do mês, repousou a arca sobre os montes de Ararate. E as águas foram minguando até o décimo mês; no décimo mês, no primeiro dia do mês, apareceram os cumes dos montes. (Gênesis 8:4-,5)

 

O relato bíblico original descreve que a arca repousou sobre as montanhas de Urartu, divisa entre os atuais territórios da Turquia e do Irã, região da antiga Armênia. Mas tarde, no ano 1105, esse monte passou a ser chamado de “Ararate”, como é conhecido até os dias atuais. 

 

 

CURIOSIDADE HISTÓRICA

 

 

Muitos têm ido até esse famoso monte, mas nada encontram lá além de uma grande rocha coberta de neve, que acreditam ser a arca fossilizada. Arqueólogos e aventureiros fazem excursões ao Monte Ararate nos meses de agosto e setembro (verão turco), aproveitando o derretimento natural da neve, tentando colherem dados com fotos e filmagens.

Abaixo, um mapa mostra a região do Monte Ararate e logo abaixo outra foto feita por satélite, cujo ponto branco, no centro, seria o cume coberto pela neve. Esses pesquisadores afirmam que a rocha nesse cume tem a forma de uma arca. A terceira foto abaixo tem o propósito de mostrar o cume nevado.

 

 

AS EXPEDIÇÕES DE REPETEM

 

 

Foi em 1959 que aconteceu a fotografia aérea da suposta arca, levando o governo da Turquia em aceitar tal suposição, resolvendo criar o Parque Nacional da Arca de Noé, em 1987.

A partir daí Ronald Wyatt iniciou pesquisas no local, quando revelou haver formações simétricas no interior do objeto, que dificilmente poderão ser exploradas. A grande descoberta foram as âncoras de pedra, que estavam espalhadas ao sul do Monte Ararate.

Recentemente o canal de televisão National Geographic apresentou um documentário sobre o assunto, quando muitas expedições subiram a montanha turca. Foram achados fragmentos de madeira milenar entre outros objetos, mas que não evidenciam a presença ainda ali dos restos da Arca de Noé.

A recente descoberta e a mais evidente foi realizada por uma equipe constituída por pesquisadores e arqueologistas turcos e chineses de Hong Kong, quando uma estrutura de madeira foi encontrada no cume gelado do Ararate, há pouco mais de 4 quilômetros de altura, 500 metros mais alto do que as demais expedições já tinham chegado. O local ainda está sendo mantido em segredo, de modo a impedir a sua violação por escaladores curiosos.

O grande objeto possui vários compartimentos, alguns com vigas de madeira, conforme explicação dos membros da equipe da expedição.  As paredes de madeira de um compartimento são suavemente encurvadas, aparecendo ainda ali portas, escadas e cravos.

Nas fotos abaixo, podemos ver imagens da expedição chinesa examinando a estrutura interna de alguns compartimentos.

 

 

A DIVULGAÇÃO DAS DESCOBERTAS

 

 

A seguir, mostramos alguns artigos de jornais anunciando as descobertas.

 

 

 

 

 

EXPEDIÇÃO CHINESA E TURCA

 

 

Segundo noticiado pelo jornal português “Correio da Manhã”, os membros da expedição composta por chineses e turcos garantem que os restos daquele grande objeto pertencem à Arca do Dilúvio.

Segundo o historiador Yang Ving Cing, a arca está guardada pelas condições do Monte Ararare há quase cinco mil anos, período de tempo que coincide com a data indicada pela Bíblia, no livro de Gênesis. Segundo esse registro bíblico, essa grande caixa flutuou durante o período chuvoso até parar sobre o Ararate, fronteira atual da Turquia com o Irã. Dentro dela estariam Noé, sua família e um casal de cada animal existente na época.

Descobriram que o grande barco tem vários compartimentos, onde os historiadores explicam ser as divisões para acomodar os animais. 

Segundo o jornal espanhol “20 Minutos”, os chineses pretendem solicitar à Unesco que classifique esse local como “Patrimônio da Humanidade”, para garantir a sua integridade.

 

 

POUCA PUBLICIDADE

 

 

Dada a importância do fato, é de se estranhar a pouca publicidade que a grande mídia dá a este tipo de descoberta. Estamos muito acostumados a ver tentativas recorrentes de desmentir o acontecimento dos grandes milagres da Bíblia.  Agora, porém, como este assunto traz comprovações gritantes de que a Bíblia Sagrada é verdadeira, e que ela registra fatos reais, não é cômodo para essa imprensa cética ceder espaço para a fé cristã. 

 

  

 

AUTOR DA PESQUISA

 

Walmir Damiani Corrêa

 

 

Por: Walmir Damiani Corrêa

Publicado em 05/11/2014

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