O pecado da superstição

 

O PECADO DA SUPERSTIÇÃO

 

 

Quando vocês tomarem posse da terra que o Eterno, o nosso Deus, está dando a vocês, não imitem os costumes nojentos dos povos de lá. Não ofereçam os seus filhos em sacrifício, queimando-os no altar. Não deixem que no meio do povo haja adivinhos ou pessoas que tiram sortes; não tolerem feiticeiros, nem quem faz despachos, nem os que invocam os espíritos dos mortos. O Deus Eterno detesta os que praticam essas coisas nojentas e por isso mesmo está expulsando da terra esses povos, enquanto vocês vão tomando posse dela. Em todas as coisas sejam fiéis ao Eterno, o nosso Deus. (Deuteronômio 18:9-13)

 

O QUE É SUPERSTIÇÃO?

 

Como vimos no texto bíblico, que é a Palavra de Deus, a superstição é um pecado, uma ofensa a Deus e o supersticioso leva a sua alma para a desgraça completa e eterna. Vale dizer que a superstição teve sua origem no paraíso, onde Adão e Eva creram em Deus, mas o Diabo lhes propôs outro caminho.

 

A PRÁTICA DA SUPERSTIÇÃO

 

Vejamos, como exemplo, essa história: Uma jovem esposa, que tinha dois filhinhos, procurou uma quiromante para a fim de saber se o seu marido ainda vivia. Ele houvera sido aprisionado pelos russos e ninguém podia dar-lhe qualquer notícia sobre o paradeiro dele. 

A cartomante estendeu o seu baralho e disse: “O seu marido não vive mais. Morreu num campo de concentração na Sibéria.” Não suportando tal revelação, a jovem esposa foi para casa, abriu o registro de gás e envenenou-se com os dois filhos. Como na Alemanha é lei sepultar os mortos só três dias após sua morte, aconteceu um fato trágico. O marido chegou no segundo dia após a morte da esposa e dos filhos e participou do seu enterro. 

Esse fato contado nos lembra de duas citações bíblicas: a primeira diz que “A falsa testemunha não ficará impune, e o que profere mentiras não escapará (Provérbios 19:5) e que “Chegar-me-ei a vós para juízo, e serei testemunha veloz contra os feiticeiros, adúlteros, contra os que juram falsamente. (Malaquias 3:5)

 

A PRÁTICA DA FEITIÇARIA

 

Tanto a feitiçaria quanto as benzeduras gozam de grande aceitação, sendo vastamente espalhados no nosso país. Em muitos casos de doença, deixa-se de procurar um médico para visitar alguém que “benze”.

Essas benzeduras são usadas também em animais ou para afugentar maus espíritos da casa e do campo. Ao “benzer”, são empregados sinais misteriosos, às vezes misturados com o sinal da cruz do catolicismo romano, chegando-se a mencionar o nome do Deus Triúno.

Mas, na verdade, não é Deus quem vem atender, mas as forças do mal, pois o Senhor não se deixa dirigir pelas nossas palavras. Ele só permite que se peça coisas a Ele. A forma como invocam a Deus, durante as “benzeduras”, não provém da Palavra, mas apenas o nome d’Ele é pronunciado sem obediência de fé, apenas com o objetivo de obter uma vantagem.

Quanto mais as pessoas se afastam de Deus, mais vão caindo em superstição. Vamos dar alguns exemplos: Muitas pessoas têm medo do número “13”, ou da “sexta-feira”, quando um “gato preto” lhes atravessa o caminho, etc. São armadilhas que Satanás usa para nos afastar de Deus. O que nós precisamos é temer e amar a Deus, confiando n’Ele acima de qualquer coisa. É como diz o Salmo 37:5: “Entrega teu caminho ao Senhor, confia nele e o mais ele fará.” 

Dessa forma, não precisamos temer ao número “13”, à “sexta-feira” ou outras coisas supersticiosas, porque a nossa vida está nas mãos de Deus e só nos acontecerá o que ele quiser.

A Cartomancia é uma das práticas de feitiçaria, que diz ler o futuro das pessoas nas cartas do baralho. Sobre isso, Deus diz que “Quando alguém se virar para os necromantes e feiticeiros para se prostituir com eles, eu me voltarei contra ele e o eliminarei do meio do seu povo.” (Levíticos 20:6)

 

COMO LIBERTAR-SE DAS SUPERSTIÇÕES

 

Existe uma série de caminhos para que consigamos nos libertar dos pecados e do poder da superstição, e alguns deles serão dados a seguir.

a) Reconhecer o pecado: É necessário que reconhecer que qualquer prática de superstição não é uma simples brincadeira, mas um pecado sério, uma ofensa terrível ao poder de Deus. Tanto quem promove como quem pratica está sob igual condenação de Deus.

b) Confessar tal pecado: É preciso que quem tenha praticado o pecado de superstição declare sinceramente em oração que além de reconhecer o seu erro, não voltará a depositar sua fé em práticas claramente proibidas pela Bíblia. Veja o que diz o primeiro capítulo do Evangelho de João, no versículo 9: “Mas, se confessarmos os nossos pecados a Deus, ele cumprirá a sua promessa e fará o que é certo: Ele perdoará os nossos pecados e nos limpará de toda maldade.”

c) Abandonar a prática desse pecado: A partir daí, o pecador passará a obedecer apenas às orientações de Jesus, destruindo tudo o que o que tenha ligação com superstições, crenças, como quadros, livros, estatuetas, etc. 

d) Crer em Jesus Cristo como Senhor e Salvador:  Para que o pecador tenha certeza de que estará tomando a decisão certa, basta ler o que Jesus deixou escrito no Capítulo 6:37 do Evangelho de João:  “Quem vem a mim, de modo algum o lançarei fora.”

 

 

FONTE PESQUISADA

Jornal “O Pescador” (Tubarão/SC)  

Edição Julho/2008

Por: AUTOR DESCONHECIDO

Publicado em 24/03/2015

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