Hipnose - Uma porta para o ocultismo

 

HIPNOSE

UMA PORTA PARA O OCULTISMO

 

 

 

1. DEFINIÇÃO

 

O termo HIPNOSE vem da soma da palavra grega “hipnos” (sono) com a palavra latina “osis” (ação), criado pelo médico e pesquisador britânico James Braid (1795-1860), que acreditou tratar-se de uma espécie de sono induzido. Quando tal equívoco foi reconhecido, o termo já estava consagrado, vindo a permanecer tanto científica quanto popularmente.

Segundo a Associação Americana de Psicologia, Hipnose é um estado de consciência que envolve atenção focada e consciência periférica reduzida, caracterizado por uma maior capacidade de resposta à sugestão. É um estado mental ou um tipo de comportamento usualmente induzidos por um procedimento conhecido como indução hipnótica, o qual é geralmente composto de uma série de instruções preliminares e sugestões. O uso da hipnose com propósitos terapêuticos é conhecido como Hipnoterapia. 

Contudo, talvez, a definição mais objetiva possível de hipnose seria a seguinte: alguém comanda (o hipnotista) e alguém obedece (o hipnotizado), geralmente de modo extremo ou pouco comum.

Segundo registro no site Wikipedia.org, deve ficar claro que hipnose não é um tipo de sono, pois os dois estados de consciência são claramente distintos e a tecnologia moderna pode comprová-lo de inúmeras formas, inclusive pelos achados eletroencefalográficos de ambos, que mostram ondas cerebrais de formas, frequências e padrões distintos para cada caso. Esse estado hipnótico também é chamado transe hipnótico.

 

2. HISTÓRICO CIENTÍFICO DA HIPNOSE

 

Alguns nomes são bem marcantes na descoberta e no desenvolvimento da Hipnose até os nossos dias, conforme relatos registrado no site Wikipedia.org.

 

FRANZ ANTON MESMER (1734–1815)

 

No começo de tudo, ele acreditava na existência de uma forma magnética ou fluido universal que influenciava a saúde do corpo humano e que a saúde e a doença seriam frutos de desequilíbrios deste fluido universal. Ele fez experiências com ímãs para alterar este campo, e portanto, realizar curas.

Em 1780, por causa da furiosa reação na comunidade medida, rei francês Luís XVI formou uma comissão de inquérito que investigasse essa teoria do magnetismo animal, nomeando pessoas famosas como Antoine Lavoisier, Benjamin Fraklin e Joseph Guillotin.  Como nenhuma evidência científica foi encontrada para explicar as curas, elas passaram a ser proibidas.

 

JAMES BRAID (1795-1860)

 

Este homem iniciou o que se pode chamar de Hipnose Científica, nome formado do grego e do latim, como já mencionamos anteriormente, tudo ligado ao sono, que logo comprovou serem termos inadequados, pois o paciente não dorme durante o processo.

JAMES ESTAIDE (1808-1868)

Mais tarde, esse cirurgião passou a utilizar a anestesia hipnótica, quando abandonou o uso de anestésicos químicos em mais de três mil cirurgias. O fato de mesma época terem surgido grandes anestésicos químicos (éter, clorofórmio e óxido nitroso) na Europa, pode ter sido a razão do método de James Estaide não ter tido maior projeção científica.

 

IVAN PVLOV (1849-1936)

 

Pavlov foi um grande pesquisador sobre o comportamento, estudos que deram partida ao Behaviorismo e ao advento da Psicologia Científica do Comportamento. Ele também se dedicou ao estudo dos efeitos da hipnose sobre o córtex cerebral e a indicação terapêutica deste tipo de intervenção.

 

SIGMUND FREUD  (1856-1939)

 

Médico-cirurgião da Morávia, atual República Tcheca, é considerado o autor da maior literatura acerca do inconsciente humano, fundador da Psicanálise, chegando a aplicar a hipnose profunda, no começo de sua carreira. Quando descobriu que nem todas as pessoas são suscetíveis facilmente à hipnose profunda, abandonou a prática.

 

DAVE ELMAN (1900-1967)

 

É autor do livro “Finding in Hypnosis” (Descobertas da Hipnose), ministrou vários cursos para a área médica. Ele desenvolveu um sistema rápido de realizar a hipnose, chamado de Método de indução, que não demorava mais do que três minutos.

 

MILTON ERICKSON (1901-1980)

 

Esse psiquiatra norte-americano fundou a Sociedade Americana de Hipnose Clínica, autor de muitos livros e artigos científicos na área. Ele implantou uma nova forma de proceder à hipnose, sem ter que enfrentar resistência por parte dos pacientes.  Como a indução se dá durante uma conversa normal, a Hipnose Ericksoniana também é chamada de Hipnose Conversacional.

 

3. UTILIZAÇÃO DA HIPNOSE 


Sem uma roupagem científica, os defensores da Hipnose descrevem a sua utilização como uma moderna ferramenta terapêutica a ser usada pelos profissionais da saúde:

   —  Elimina rapidamente o vício do fumo e a obesidade;

   —  Administra os efeitos da ansiedade, dos medos e fobias;

   —  Cura a dor, a depressão, a asma, febre e ferimentos;

   —  Melhora o desempenho sexual;

   —  Uso da quimioterapia sem náuseas;

   —  Aumenta o rendimento escolar;

   —  Reduz os efeitos colaterais dos remédios e pós-operatórios;

   —  Relaxamento geral nos tratamentos dentários, minimizando dores e hemorragias. 

Segundo seus defensores, a hipnose é o método mais efetivo de mudar nossa maneira de pensar, sentir e agir. Quando alinhamos a nossa mente subconsciente (voz interior) com sua mente consciente, conseguimos apagar crenças conflitantes que nos restringem. A partir daí, podemos então avançar, sem sabotar a nós mesmos, pois as técnicas da clínica hipnótica nos guiam a um estado de mente relaxado e pacífico. Segundo essas ideias, nós poderemos manter total controle enquanto aprendemos a usar o poder total da nossa mente, a fim de criarmos um forte desejo de atingir o nosso alvo. Conseguiremos mudar a nossa vida.

 

3.1 Restauração de passado distante

 

Um uso popular da hipnose tem sido o da procura da memória para "voltar até a infância", quando alguns pacientes chegam a descrever suas experiências do que eles creem ter sido sua vida no ventre da mãe e seu subsequente nascimento. Precisamos dizer que isso é cientificamente impossível, por causa do fato científico neurológico de que a mielina do cérebro pós-natal é incapaz de guardar tais memórias. 

Outros ainda descrevem algum tipo de estado desincorporado, passando, então, a identificar o que eles dizem ser suas vidas passadas e antigas identidades. Quanto isso é criado pelo aumento da sugestão, imaginação irrestrita, transe alucinógeno ou intervenção demoníaca, não pode ser determinado! Além disso, a Bíblia claramente contradiz a noção de vidas passadas e reencarnação quando afirma em Hebreus 9:27 que "...aos homens está ordenado morrerem uma só vez".

 

3.2 Restauração de um passado recente


A hipnose nem mesmo é confiável para recordar coisas recentes. O que é "lembrado" sob o efeito da hipnose normalmente tem sido criado, reconstruído ou melhorado durante o estado de alta sugestão. Pesquisas indicam que depois da hipnose, a pessoa é incapaz de distinguir entre uma recordação verdadeira e o que imaginou ou criou sob o efeito da sugestão. Muito provavelmente, a hipnose trará à luz falsas impressões como se fossem eventos verdadeiros do passado, pois os indivíduos podem e muitas vezes mentem durante a hipnose!  É mais provável, então, que a hipnose mais contamine a memória do que ajude a pessoa a lembrar o que realmente aconteceu.

 

3.3 Previsões do futuro

 

Além da terapia hipnótica das vidas passadas, alguns praticantes estão fazendo agora uma ridícula terapia hipnótica sobre a vida futura. A pessoa hipnotizada supostamente vê os futuros eventos, resolve assassinatos para a polícia, revela os destinos futuros de personalidades bem conhecidas, etc. Alguém envolvido nessa viagem hipnótica deve perguntar a si mesmo: "Onde está a linha de demarcação entre o demoníaco e o divino, entre a esfera de Satanás e a da ciência? Em que ponto a porta das trevas se abre e o diabo conquista uma fortaleza na alma?"

 

4.  A POSIÇÃO CRISTÃ

 

Precisamos dizer que a hipnose não é algo novo neste mundo, pois tem sido utilizada por feiticeiros, médiuns espíritas, budistas e iogues há milhares de anos. Ver médicos, dentistas, psiquiatras e psicólogos não-cristãos recomendando o uso da hipnose nos entristece, mas a gente se acostuma. Triste mesmo, é que essa prática tem conseguido influenciar muitos cristãos nas igrejas, acreditando nas curas rápidas e indolores que ela oferece.

Os próprios seguidores da hipnose é que anunciam ela não ser uma recomendação bíblica. Eles sabem que a hipnose é mais uma prática ocultista que pegou carona no aparecimento do Movimento Nova Era, nos anos 60.  

 

4.1  Violentação da vontade

 

Ainda que um hipnotizador possa produzir somente um transe leve ou médio, ele não pode impedir que alguém hipnotizado possa entrar espontaneamente na zona de perigo, a qual pode incluir um senso de separação do corpo, uma aparente clarividência, alucinação, estados místicos similares aos descritos pelos místicos orientais, e até o que o pesquisador de hipnotismo. Ernest Higard descreve esse processo como "possessão demoníaca". Nós argumentaríamos que a hipnose pertence ao oculto, em qualquer nível de transe, mas quando ela se aprofunda em seus níveis, a hipnose está indubitavelmente ligada ao ocultismo.

Há controvérsias sobre se um hipnotizador pode ou não levar uma pessoa a fazer alguma coisa contra a sua própria vontade. Muitos hipnotizadores dizem categoricamente que a vontade não pode ser violada, embora a evidência aponte para outra direção. A hipnose aumenta a capacidade de uma pessoa ser sugestionada, a tal ponto de o sujeito crer praticamente em qualquer coisa que o hipnotizador lhe disser — até mesmo ao ponto de ter uma alucinação mediante a sugestão do hipnotizador. Durante a hipnose, as habilidades críticas de uma pessoa são reduzidas de tal forma a ponto de criar o que tem sido chamado de "transe lógico", aceitando, sem discernimento, aquilo que normalmente pareceria irracional, ilógico e incompatível.

Pelo fato de quase qualquer coisa parecer plausível para alguém no estado de transe, é possível para uma pessoa hipnotizada agir contra a sua vontade, ou seja, fazer o que não faria se estivesse fora do estado hipnótico. A hipnose passa por cima da vontade, ao colocar a responsabilidade do lado de fora da escolha objetiva, racional e crítica. Com as habilidades normais de avaliação submergidas, a sugestabilidade aumentada, e as restrições racionais reduzidas, a vontade estará seriamente impedida e, no mínimo, aberta para ser violada.

 

5. RÓTULOS CIENTÍFICOS

 

Pelo fato de alguns médicos e psicólogos usarem a hipnose, a maioria crê que ela seja algo médico e, portanto, científico. O rótulo de "médica" antes da palavra hipnose dá a impressão de que a hipnose é benevolente e segura. Até mesmo alguns cristãos famosos alegam que a hipnose pode ser de ajuda, quando praticada por médicos cuja intenção seja boa. Vale registrar que, apesar da hipnose ter sido investigada através de meios científicos, e existirem alguns critérios mensuráveis sobre o transe em si mesmo, a hipnose não é uma ciência.

Na verdade, ninguém sabe exatamente como a hipnose "funciona", além do óbvio "efeito placebo"  —  o uso bem-sucedido do "falso feedback" da mesma maneira como o "feedback" é usada em técnicas ocultas comuns à acupuntura, biofeedback e psicoterapia.  Porém, combinar a palavra hipnose com a palavra terapia não transforma essa prática oculta em científica. Um paletó branco pode ser uma roupa bem mais respeitável do que penas e caras pintadas, mas as coisas básicas permanecem as mesmas. A hipnose é hipnose, mesmo que seja chamada de hipnose médica, hipnoterapia, autossugestão, ou qualquer outra coisa. A hipnose nas mãos de um médico é tão científica quanto uma forquilha para procurar água nas mãos de um engenheiro civil.

Transes que ocorrem mediante a ação de médicos não são significantemente diferentes da hipnose do ocultismo. Nos seus artigos sobre hipnose, os quais são usados em escolas de medicina, dois renomados pesquisadores afirmam categoricamente: "O leitor não deveria se confundir pela suposta diferença entre hipnose, zen, ioga e outras metodologias orientais de cura. Ainda que os rituais de cada uma difiram uns dos outros, eles são fundamentalmente a mesma coisa." 

Reiteramos que o fato da hipnose ser usada por um médico, não significa que ela esteja livre de sua natureza ocultista. A verdade é que mais e mais praticantes de medicina estão sendo influenciados por essas antigas práticas médicas do ocultismo. O movimento de cura holística tem casado, com muito sucesso, a medicina ocidental com o misticismo oriental.

 

6. TRANSES HIPNÓTICOS AUTO INDUZIDOS

 

Hipnose auto induzida, também chamada de Auto-Hipnose, consiste na aplicação das sugestões hipnóticas em si mesmo.

Alguns especialistas afirmam que toda hipnose não passa de uma auto-hipnose, pelo fato de depender precisamente da aquiescência ou consentimento (num dado grau ou nível, ainda que incipiente) daquele que deseja ou, pelo menos, concorda em ser hipnotizado.

Na maioria dos indivíduos, é possível induzi-la com métodos e técnicas diversos, e quando um hipnotizador induz um transe hipnótico, estabelece uma relação ou comunicação muito estreita com o hipnotizado. Isso, de fato, é essencial para o sucesso da hipnose.

As pessoas que poderiam se sentir um pouco nervosas com o fato de serem hipnotizadas por outros, muitas vezes, tendem a se sentir seguras com a tal auto hipnose. Ainda que essas pessoas, em um transe hipnótico auto induzido, possam ganhar um certo controle e exercitar algum grau de escolha, elas, mesmo assim, não retêm o seu meio normal de avaliação da realidade, e moderação racional.

Mestres de auto hipnose geralmente tentarão assegurar às pessoas que a hipnose é simplesmente a atenção enfocada, concentração aumentada, relaxamento, visualização e imaginação. No entanto, tais atividades são precisamente os meios para se entrar em transe. Além disso, eles continuam ligados em um nível diferente durante o transe. Ao imaginar que está deixando o corpo, a pessoa pode estar entrando num transe com o tipo de alucinação e transe lógico de tal forma que realmente parece estar fora de seu corpo.

Um médico, ao ensinar auto hipnose em uma classe, instruiu seus estudantes a entrarem em transe hipnótico, deixarem seus corpos, e então voltarem-se para explorar várias partes dos seus corpos. O propósito de tal exercício era o autodiagnostico e a cura de si mesmo. O ocultista Edgar Cayce também usou auto hipnose para diagnosticar enfermidades e prescrever tratamentos. Portanto, a auto-hipnose pode ser uma atividade tão ocultista e demoníaca quanto um transe dirigido por um hipnotizador.

 

7.  HIPNOSE E OCULTISMO

 

Em seu livro “Peace, Prosperity and the Coming Holocaust” (Paz, Prosperidade e o Futuro Holocausto), Dave Hunt faz algumas observações interessantes a respeito do motivo de ele classificar hipnose como parte do ocultismo:

Uma razão para chamarmos a hipnoterapia de um ritual religioso é o fato de que ela produz efeitos misteriosos que deixarão totalmente confundido um investigador que a analise como ciência; (1) sob hipnose administrada por psiquiatras, pessoas que nunca tiveram contato com OVNIs podem ser estimuladas a "lembrarem-se" de um rapto por um OVNI que coincide em detalhes com aqueles descritos por outros que supostamente foram raptados por eles; (2) a hipnose também leva a ter "memórias" espontâneas de vidas passadas e futuras, com mais ou menos um quinto delas envolvendo uma existência em outros planetas; (3) o transe hipnótico também duplica as experiências que são comuns sob o estímulo de drogas psicodélicas, meditação transcendental, e outras formas de ioga e meditação orientais; (4) a hipnose também cria poderes psíquicos espontâneos, clarividência, experiências fora do corpo, e todo um espectro de fenômenos ocultos; e (5) a experiência da chamada morte clínica (quase-morte) é também produzida sob hipnose.

 

 

Duas conclusões que a maioria dos investigadores acha muito desagradáveis, mas que parecem ser inescapáveis, são as seguintes: (1) há uma origem comum por detrás de todos os fenômenos ocultos, incluindo OVNIs, que parece estar hábil e deliberadamente orquestrando uma fraude inteligente para seus próprios propósitos; e (2) a hipnose, ou o poder da sugestão, está no coração desse esquema de fenômenos ocultos.

A conexão entre a hipnose e o misticismo oriental é evidente. Nas várias profundidades do transe hipnótico, pacientes descrevem experiências que são idênticas a da consciência cósmica e auto realização induzidas pelo transe da ioga. Eles primeiro experimentam uma paz profunda, depois a separação do corpo, depois a liberação de sua própria e pequena identidade a fim de fundirem-se com o Universo, e o sentimento de que eles são tudo e não têm qualquer limitação para o que podem experimentar ou se tornar. Por exemplo, uma consciência de ser deus "na qual o tempo, o espaço e o ego são supostamente transcendentes, mergulhando na pura consciência do nada primal do qual toda a criação existente tem sua origem."

A hipnose começou como parte do ocultismo e da religião falsa. A Bíblia fala fortemente contra todas as práticas das falsas religiões e do ocultismo. Deus deseja que o Seu povo, com suas necessidades, se volte para Ele, e não para aqueles que praticam feitiçaria, adivinhação ou encantamento. Ele avisa Seu povo para não seguir médiuns, mágicos, encantadores, feiticeiros, e aqueles que consultam os mortos (Deuteronômio 18:9-14).  A hipnose, tal como é praticada hoje, pode muito bem ser a mesma coisa que é identificada na Bíblia como "encantamento" (Levítico 19:26).

No hipnotismo, a fé é transferida de Deus e de Sua Palavra para o hipnotizador e sua técnica. Deus fala ao Seu povo através da mente consciente e racional. Ele criou os indivíduos como criaturas que fazem escolhas conscientes e volitivas. Ele enviou o Seu Santo Espírito para habitar nos cristãos a fim de capacitá-los a confiar n’Ele e obedecer-Lhe através do amor e da escolha consciente. A hipnose, por outro lado, opera na base da imaginação, ilusão, alucinação e engano. Jesus alertou Seus seguidores contra o engano. Depois que uma pessoa abre a sua mente para o engano através da hipnose, ela pode se tornar muito mais vulnerável a outras formas de fraude espiritual.

A hipnose pode gerar as imitações satânicas do exercício da verdadeira religião. Se a hipnose gera qualquer forma de fé e adoração que não é dirigida diretamente para o Deus da Bíblia, qualquer pessoa que se submete ao hipnotismo pode estar fazendo o papel de prostituta na esfera espiritual (veja Levíticos 19:26,31; 20:6,27; Deuteronômio 18:9-14; 2 Reis 21:6; 2 Crônicas 33:6; Isaías 47:9-13; Jeremias 27.9).

O hipnotismo é, na melhor das hipóteses, potencialmente perigoso, e, no pior dos casos, demoníaco. No pior caso, ele abre um indivíduo para experiências psíquicas e possessão satânica. Quando os médiuns entram em transe hipnótico e contatam os "mortos”, quando os clarividentes revelam informações que eles não poderiam conhecer de forma alguma, quando os prognosticadores, através de auto hipnose, revelam o futuro, certamente Satanás está agindo.

 

CONCLUSÃO

 

Devido a todas essas razões: a) porque a hipnose tem sempre sido uma parte integral do ocultismo, b) porque ela não é uma ciência, c) por causa dos seus conhecidos efeitos maléficos, e d) por causa de sua fraude espiritual, o cristão deve evitá-la completamente, até mesmo por motivos "médicos". 

É óbvio que a hipnose é letal, se usada com propósitos maus. No entanto, nós argumentamos que a hipnose é potencialmente letal seja para qualquer propósito que for usada. No momento em que alguém se rende à porta do ocultismo, mesmo em nome da "ciência" e da "medicina", ele se torna vulnerável aos poderes das trevas. 

 

 

AUTORIA

 

O presente artigo é uma adaptação de trechos do livro “Hipnosis and the Cristian”, traduzido para o português por Ebenezer Bittencourt.  Ele foi publicado anteriormente na revista “Chamada da Meia-Noite”, edição de novembro de 1997, sofrendo alguns ajustes pelo corpo editorial do site “Elevados”, em julho de 2015.  

 

Por: AUTOR DESCONHECIDO

Publicado em 05/08/2015

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