Religião (É mesmo?)

 

RELIGIÃO 

                      (É MESMO?)

 

 

INTRODUÇÃO

 

Só não sabe o que significa a palavra RELIGIÃO quem nunca se interessou em saber, pois qualquer criança consegue encontrar seu significado em qualquer lugar. 

Vejamos uma série de definições que encontramos numa rápida pesquisa:

 

Religião é uma fé, uma devoção a tudo que é considerado sagrado. É um culto que aproxima o homem das entidades a quem são atribuídas poderes sobrenaturais. É uma crença em que as pessoas buscam a satisfação nas práticas religiosas ou na fé, para superar o sofrimento e alcançar a felicidade.

Religião é um conjunto de princípios, crenças e práticas de doutrinas religiosas, baseadas em livros sagrados, que unem seus seguidores numa mesma comunidade moral, chamada Igreja.

Substantivo feminino que significa a crença na existência de um poder ou princípio superior e sobrenatural, do qual depende o destino do ser humano e ao qual se deve respeito e obediência.

Postura intelectual e moral que resulta das suas crenças. 

A palavra vem do termo "religare", entendendo que o homem estava separado de Deus e, uma vez reconhecendo seu pecado, precisava de algo que o ligasse novamente a Deus, ou seja, que o religasse. Daí o termo religare significar religião.

Conjunto de sistemas culturais e de crenças, além de visões de mundo, que estabelece os símbolos que relacionam a humanidade com a espiritualidade e seus próprios valores morais.

Crença de que existem forças superiores (sobrenaturais), sendo estas responsáveis pela criação do universo, e que essas forças sobrenaturais regem o destino do ser humano e, por isso, devem ser respeitadas.

 

Essas são apenas as primeiras definições que selecionamos, mas que são suficientes para que entendamos o seu real sentido. Assim, cremos que existe apenas uma palavra que consegue funcionar como sinônima absoluta daquelas citadas acima e que tentam identificar o sentido de religião: é a palavra AMOR. Ela que se mistura com outras citadas, como fé, devoção, poder superior e sobrenatural, felicidade, crença, união de propósitos, volta para o Criador, valores morais, etc. 

Dessa forma, é possível que se entenda uma pessoa ser castigada fisicamente, até o ponto de ser mutilada, apenas porque cometeu um erro considerado maior ou diferente daqueles que todos costumam cometer? 

 

O PÃO QUE CUSTOU UM BRAÇO

 

A história conta sobre um menino que roubou um pão num mercado, para saciar a própria fome. Isso aconteceu no Irã, e as leis nacionais determinam que o “ladrão” tenha decepado o braço que usou para cometer tal delito.

Como o “ladrão” era apenas uma criança, a LEI foi amenizada, simplificada, colocando-se o bracinho do menino diante da roda de um automóvel que passaria por cima, inutilizando-o para sempre.

Logicamente, tal castigo teria que ser ministrado em público, para que servisse de exemplo. Pelo que vemos na foto acima, tinha até uma emissora de rádio transmitindo o “glorioso” acontecimento. Observe a passividade do menino.

A roda do carro, agora, já estava apertando o braço da criança, que mostrou os primeiros sinais de dor. 

Não sabemos se Alá estava sentindo algum prazer nessa imagem, mas temos certeza de que os seguidores dele, no Irã, estavam começando a se sentir recompensados pela decisão tomada. 

A única certeza que temos é que esse bracinho não poderá mais se levantar para louvar a Alá. Esse bracinho já não serve para mais nada.

Aqueles homens que seguravam o bracinho do menino sob a roda do carro, para que não fosse retirado dali até a consumação do castigo, esses homens estariam livres para procurarem uma mesquita e reverenciarem a Alá, pela sua bondade. 

 

CONCLUSÃO

 

Mediante o que vimos acima, gostaríamos de perguntar aos nossos leitores se eles se consideram religiosos, ou se sentem algum prazer em seguir os ditames de uma 

Lembramos aqui das várias ocasiões em que o Senhor Jesus chamou aos sacerdotes de hipócritas, comparando-os a sepulcros pintados, ou seja, pessoas que mostram uma boa aparência, mas que por dentro estavam podres. Por quê? Porque a religião não leva ninguém para o céu, não traz salvação para ninguém, apenas amordaça possíveis bons sentimentos, criando normas humanas (ou desumanas?) e creditando ao Criador os objetivos que perseguem.

Para aqueles que seguem a princípios religiosos, que julgam os próximos como se fossem seus donos, recomendamos a leitura e estudo do Capítulo 13 da Primeira Carta aos Coríntios. É o capítulo do amor, texto que configura exatamente o que Deus espera de nós, como cristãos. 

Para nossa tristeza e possível reflexão, mostramos abaixo, uma coletânea de fotos que mostram a violência contra as crianças nesses conflitos do Oriente Médio. 

Para encerrar, mostramos algumas cenas chocantes sobre crianças sendo presas, torturadas e até mortas pelos terroristas, apenas pelo fato de serem xiitas ou qualquer outra coisa diferente deles. Em alguns casos, pais assistem às torturas dos filhos e em outros casos, são as crianças quem assistem às torturas de seus pais.

Alguma explicação plausível para isso?

 

 

AUTOR

Walmir Damiani Corrêa

 

Por: Walmir Damiani Corrêa

Publicado em 02/08/2016

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