Identidade de gênero: abuso infantil

 

IDENTIDADE DE GÊNERO

ABUSO INFANTIL

 

Aqui está um assunto muito delicado, e quem vai falar sobre ele nem sou eu, mas o presidente da Associação Americana de Pediatras, que faz um apelo aos professores, aos legisladores, aos pais e aos próprios médicos sobre a tal Ideologia de Gênero. Numa nota oficial assinada por ele e pelo chefe da Psiquiatria do mais famoso e mais acreditado hospital dos Estados Unidos, da Universidade Johns Hopkins. 

Ele diz que todos nascem com sexo biológico, como no reino animal, na classe dos vertebrados, na classe dos mamíferos, na ordem dos primatas, na família dos hominídeos, mas aqueles do gênero humano, e isso é gênero, é o que diz a Biologia, a que pertencemos, nascemos machos e fêmeas. É o fato biológico e não a ideologia que marca o nosso sexo, que determina a fatalidade do sexo.

Essa autoridade médica lembra que transtornos dessa má formação são extremamente raros, são transtornos biológicos, fisiológicos que não constituem terceiro sexo. “Ninguém nasce com gênero, nasce com sexo”, diz a Associação Americana de Pediatras, pois o gênero masculino e feminino só existe na gramática: o sapato é do gênero masculino; a cadeira é do gênero feminino,... Na Biologia, não!  Na Biologia nós temos sexos macho e fêmea. 

“Quando o menino pensa como menina, ou quando a menina pensa como menino, isso não muda o seu sexo”, diz a Associação Americana de Pediatria. Esse transtorno já está no Manual de Diagnósticos de Estatística da Associação Psiquiátrica Americana, o DSM V.  Eles lembram também, e aí está o perigo, que a puberdade não é doença, que deva ser tratada com hormônios que bloqueiam a puberdade. Isso pode conduzir a um estado doentio. Os pediatras dizem que 98% dos meninos e 88% das meninas que estejam confusos com o sexo, e que tenham sido tratadas psicologicamente, eles acabaram aceitando o sexo biológico.

Agora, hormônio com testosterona dado para menina e estrogênio dado para menino, quer dizer, o contrário, isso aumenta a pressão cardíaca, causam coágulos na circulação, podem dar AVC no cérebro, podem dar câncer, e o índice de suicídio é 20 vezes maior com o uso de hormônio do sexo oposto, ou com uma cirurgia para troca de sexo. Isso é dito, inclusive na Suécia, onde o assunto é tratado muito abertamente. 

Assim, a Sociedade de Pediatria considera essa prática como um abuso infantil, quando enganam os pais e confundem as crianças, nas chamadas Clínicas de Gênero. 

Era isso que eu queria alertar, pois na escolas brasileiras muita gente está metendo na cabeça de meninos e meninas de que não existe diferença. Existe, sim, e é graças a essa diferença que nós continuamos nos reproduzindo. Isso é biológico, não é coisa da cabeça!

Aí está a palavra da Associação Americana de Pediatras. Eu sei que o assunto é delicado, e é polêmico para muita gente, mas é uma ferramenta para os pais lidarem com isso, principalmente com filhos que estejam em escolas cujas cabeças estejam sendo feitas por essa Ideologia de Gênero, que tem mais ideologia gramcista do que a ciência da Biologia.

 

AUTOR

Alexandre Garcia

JORNALISTA

 

 

 

Por: Alexandre Garcia

Publicado em 12/10/2017

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