Nancy Elliot Edison: a mãe de um gênio

 

NANCY ELLIOT EDISON

A MÃE DE UM GÊNIO

 

 

 

 Certo dia, um menino voltou da escola e entregou para sua mãe um bilhete da professora. Com lágrimas nos olhos, a mãe leu o bilhete em voz alta, para que o menino pudesse escutar, pois ele ainda não sabia ler. 

“Seu filho é um gênio. Nossos professores não são qualificados o bastante para ensiná-lo. Por favor, você deve continuar a educá-lo em casa.”

 

Com a morte de sua mãe, o filho, já adulto, estava mexendo nas coisas particulares dela e encontrou ali o tal bilhete. Abriu-o e leu o que estava realmente escrito nele:

 

“Seu filho tem um retardo mental. Por isso não podemos educá-lo em nossa escola junto aos outros meninos. Por isso, recomendamos que você se encarregue de ensiná-lo em casa.”

 

O nome desse menino era THOMAS ALVA EDISON. Naquele momento, ele já era famoso pelos seus grandes inventos, como cientista. Thomas Edison chorou copiosamente sobre o bilhete, e depois registrou em seu diário:

“Thomas Alva Edison foi um menino com deficiência mental, mas graças aos esforços de sua mãe, ele se transformou em uma das pessoas mais importantes do século.”

 

Valorize sua mãe!  Aproveite enquanto ela estiver por perto de você!

 


THOMAS ALVA EDISON

Nosso grande inventor nasceu em Milan, estado de Ohio, em 1847, filho de um marceneiro e de uma professora. Na idade de 7 anos, sua família se mudou para o estado de Michigam.

Permaneceu no curso primário por apenas três meses, pois mostrava-se impaciente, impertinente, e isso aborrecia sua professora. Conforme o nosso texto inicial mostrou, ele passou a receber a sua educação em casa, onde podia escolher o que aprender, dando sempre preferência às ciências.

Com onze anos ele já tinha um laboratório próprio instalado no porão da sua casa, quando desenvolveu um telégrafo rudimentar. Como precisou trabalhar, arrumou emprego num trem de passageiros, onde seu chefe lhe permitiu instalar um laboratório químico, ocupando um pequeno espaço no vagão postal. Assim, nas horas vagas, Thomas continuava a fazer seus experimentos.

Embora as pessoas considerassem os inventores como pessoas de inteligência superior, Thomas Edison costumava dizer que “Um gênio se faz com um por cento de inspiração e noventa e nove de esforço”.

Para confirmar essas ideias, ele montou no tal vagão uma tipografia que imprimia em rolos de papel, e com isso conseguiu criar um jornal chamado “Grande Arauto Ferroviário”, que distribuía edições de 400 exemplares com notícias fresquinhas, à disposição dos interessados nos telégrafos das estações por onde o trem passava. Vale registrar que Thomas fazia o papel de repórter, de redator e de tipógrafo. 

Graças ao telégrafo simples que havia inventado, ele conseguiu se transformar num excelente telegrafista. Construiu dois aparelhos telegráficos e passou a trabalhar na estação de Strattforfd. Mas, por dormir no emprego nas horas de pouco movimento, foi demitido e passou a perambular pela região, tentando arrumar alguma ocupação, embora nunca abandonasse as experiências.

Depois do falecimento de sua mãe, Thomas, já com 28 anos, arrumou emprego no telégrafo da Bolsa de valores, onde dormia no porão, e depois, montou uma empresa de engenharia eletrotécnica, quando conseguiu aperfeiçoar as máquinas existente de telégrafo, que passaram a enviar várias mensagens ao mesmo tempo. Em seguida vieram outros aperfeiçoamentos nessas máquinas, que conseguiam enviar notícias das cotações da Bolsa.

Para resumir, aos 32 anos conseguiu estabilizar seus negócios num grande laboratório, quando conseguiu inventar a máquina de escrever, que mais tarde foi aproveitada pela Remington, aperfeiçoou o uso dos microfones, o que possibilitou a criação do telefone pelo inventor  Graham Bell. Em 1877 Thomas inventou o fonógrafo, que evoluiu para o toca-discos e em 1879 veio a a invenção da lâmpada elétrica, em meio a mais de 1.200 outras experiências, incluindo válvulas, reguladores de corrente elétrica, um acumulador de energia (a futura bateria). O sucesso profissional foi tão grande que em 1890 Thomas Edison fundou a General Electric Company, que viria a se tornar um dos maiores conglomerados do mundo.

Thomas Alva Edison foi uma das mentes mais privilegiadas da história do século XX, uma mente que viria a trazer grandes descobertas no âmbito da tecnologia, das indústrias elétricas, dos sistemas de comunicação e de uma infinidade de aparelhos até atingir mais de mil instrumentos patenteados. Sua vida fecunda acabou quando ele atingiu 84 anos, falecendo em West Orange, no estado de New Jersey.

Para encerrar, poderíamos resumir as grandes invenções de Thomas Alva Edison com a lâmpada incandescente, o microfone de carvão, o cinetoscópio, o fonógrafo para ouvir músicas, a bateria elétrica e assim por diante.

 

NANCY ELLIOT EDISON

Nós não poderíamos deixar de registrar alguma coisa dessa mulher fantástica, pois afinal foi essa professora quem nos sugeriu este trabalho de pesquisa para o site. Nancy, esse é o nome da mãe de Thomas Alva Edison, mulher que conseguiu inculcar em seu filho o amor pela leitura, fazendo-o ler, desde muito cedo, grandes obras de História e de Literatura.

Ela tinha 37 anos quando nasceu Thomas, seu sétimo e último filho, fruto do casamento com Samuel Ogden Edison Junior, um presbiteriano convicto, mas com pouco estudo.

 

PESQUISA

Walmir Damiani Corrêa

 

 

 

 

Por: Walmir Damiani Corrêa

Publicado em 30/10/2017

Procedência - Rede Social

Todos os direitos reservados ©elevados.com.br 2013 - 2017