Casal de lésbicas num desenho infantil do Disney Channel

 

CASAL DE LÉSBICAS

DESENHO INFANTIL NO DISNEY CHANNEL

 

 

SAUDADES DO PATO DONALD

 

Eu cresci numa família que me permitia comprar com fartura os gibis produzidos por Walt Disney, como o pato Donald (ranheta e brigão), como o camundongo Mickey com seu companheiro Pateta (um muito inteligente, e o outro bem ao contrário). Ainda tinha o rico Tio Patinhas, com uma casa onde as moedas ocupavam as dependências com montes de dinheiro. O Pato Donald namorava com a Margarida, o Mickey namorava a Minie e o Pateta flertava com a Clarabela.

Que época tranquila! Não havia malícia alguma, e a única preocupação que tínhamos era combinar com nossa mãe onde guardaríamos as coleções das revistas, que vinham com o número da edição para facilitar a ordem de armazenamento.

E os contos de fada?  Branca de Neve e os 7 anões, Capitão Gancho, as bruxinhas inocentes, Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel, A bela e a fera, Cinderela, O pequeno polegar, Os três porquinhos, A bela adormecida...   Parece que não tem fim!     

 

NINTENDOS E DESENHOS

 

Nos Anos 80 e 90 os Estúdios Disney começaram a deixar as famílias de cabelo em pé, produzindo um monte de lixo, incentivando as crianças a brincarem com os primeiros aparelhos de videogame que foram aparecendo. Os jogos de videogame as incentivavam para ver quem mataria mais personagens com metralhadoras, que carro conseguia abalroar mais outros carros, de modo a ganhar a corrida. Também tinha aquele jogo em que a Disney elogiava o garoto que conseguisse descer mais longe nas cavernas da profundeza do inferno.

Quanto aos desenhos, não sei o que fizeram com o coitado do Donald, do Mickey, não sei se ficaram velhos e morreram... A verdade é que a garotada das novas gerações não queriam mais brincar de estilingue, de bicicleta, de futebol... Só queriam saber das Fitas VHS com desenhos animados e joguinhos violentos de Nintendo.

Lembramos muito bem do Dr. Josué Yrion, missionário gaúcho radicado há décadas nos Estados Unidos, que chegou a ser processado muitas vezes pelos Estúdios Disney, pois denunciava publicamente as barbaridades que apareciam em desenhos desse estúdio, de maneira enrustida, através de recursos subliminares, e a violência incentivada nos joguinhos de videogame.

Quanto aos recursos subliminares, podemos citar como exemplo o desenho “The little mermaid“ (A pequena sereia) onde a coluna de um palácio tinha a imagem de um pênis ereto. Observe o palácio na capa do vídeo (abaixo) e em destaque à sua direita. 

Para que os leitores não fiquem pensando que recursos subliminares são exageros, que são coincidências, vamos logo afirmando que isso faz parte dos currículos dos cursos de comunicação (Publicidade).  Esses artifícios servem para mostrar detalhes que não podem ser vistos a olho nu, como se diz, mas em determinadas situações e, principalmente por crianças de tenra idade. Isso também tem sido muito usado nas campanhas políticas, imagens que estão ali trabalhando a mente dos telespectadores, sem serem vistas. O Google pode se encarregar de instruir você, nesse assunto. Pesquise.

A televisão passou a ter programação especial para crianças, com desenhos japoneses bem violentos, enquanto que a Disney ia se preocupando mais com a parte sexual.  O vídeo “O rei leão”, por exemplo, apresentava um leãozinho gay, cheio de fricotes, que trazia preocupações para seu papai, que era o rei da floresta. Situação difícil! Já pensou um filhote de leão efeminado! Era uma desgraça para a família, mas o vídeo tratava de mostrar a coisa como normal.

Outros vídeos traziam uma bruxa cujo carro tinha o nome de Lúcifer na sua placa. Coisas que parece não ter problemas, mas garantimos que tem, sim!  

 

ALTERAÇÃO DE COMPORTAMENTO

 

Sem dúvida alguma, esses recursos utilizados provocavam mudanças no comportamento das crianças de tenra idade, resultado que fazia parte dos planos de quem produziu os desenhos com tais recursos. Ninguém produziria um vídeo com esses artifícios sem ter uma intenção, um projeto a ser executado.

A maior prova disso é que, na época, os noticiários davam conta de crianças com comportamentos muito estranhos. Por exemplo, teve um caso no Panamá em que um menino de seis anos tentou atacar sua mãe com uma faca, explicando depois que determinado personagem do vídeo o tinha mandado matar a sua mãe. Aqui na minha cidade, uma criança foi instigada pelos personagens do vídeo a subir no terraço de sua casa e “voar”, convencendo-a de que era poderosa como os super-heróis do vídeo. Parecia estar hipnotizada.  Duvide quem quiser, mas são propostas diabólicas.

Dr. Josué Yrion

 

DISNEY ATACA DE NOVO

 

Sem nos alongar naquilo que já conhecíamos, vamos para o momento atual, que é o ano de 2017 do Século XXI. Em Agosto foi exibido pelo canal Disney Junior, nos Estados Unidos, um episódio do desenho infantil “Doc McStuffins” protagonizando uma “família” composta por duas mães do mesmo sexo (lésbicas) e uma menina negra chamada “Doc”, que ajuda animais de pelúcia doentes, como se fosse uma médica mirim.

No episódio intitulado “O Plano de Emergência”, de agosto, as personagens dessas duas “mães” que se portam como um casal, tiveram suas falas gravadas por duas lésbicas famosas e assumidas nos EUA: Wanda Sykes e Portia de Rossi. Seria uma coincidência?

Há quatro anos no ar, o desenho voltado para crianças de 2 a 5 anos também é apresentado no Brasil, através da Disney Junior BR, com o nome de “Doutora Brinquedos”. (Veja uma imagem do vídeo no início deste trabalho)

O grupo ativista norte-americano “One Million Mons” (Um milhão de mães) acusou a Disney de que a presença de um casal homossexual num desenho infantil já não deveria causar surpresa, pois a criadora desses desenhos, chamada Chris Nee, é uma lésbica assumida, e vive aprontando provocações desse tipo. Essa mulher, inclusive, já declarou para um site voltado para lésbicas, que possui o desejo de incutir mensagens sutis sobre orientação sexual no enredo de seu desenhos. 

Veja o que essa lésbica declarou, quando lhe perguntaram se produzia as histórias dos desenhos já com a intenção voltada para esse objetivo:

Claro que sim! Meu filho tem duas mães e essa é uma grande parte da minha vida como um ser humano. Isso tem sido uma parte incrível do jeito como vejo o mundo e da maneira como vejo personagens e da maneira que eu quero criar personagens que são incrivelmente aceitos um pelo outro e tudo o que está acontecendo em suas vidas (...) Minha própria família biológica é uma família incrível, mas eu acho que a história clássica de falar sobre filhos de homossexuais é como você acaba criando essa família de amigos e isso sempre se reflete no meu trabalho. 

Enquanto isso, o grupo “One Million Moms” pediu um boicote a esse programa, dizendo que as famílias conservadoras estão ficando sem escolha, quando deixam de assistir ao Disney Channel Network em suas casas, para evitar que seus filhos assistam suas propagandas e programações. O grupo ativista reclama que as famílias não poderão mais permitir que o Disney Channel entre em suas casas, caso a rede continue a permitir um entretenimento desse nível.

 

UM ATAQUE DESCARADO DA LGBT

 

Os artifícios disfarçados dos Anos 80 (efeitos subliminares) já estão fora de moda, pois as inclusões agora utilizadas estão descaradas, sem qualquer preocupação de disfarces. Essa minoria raivosa que quer dominar a sociedade do Século XXI está sendo conhecida como “Ativistas LGBT”, sigla que reúne lésbicas, gays, bissexuais, sendo que a última letra ( T ) serve para representar tanto os travestis, assim como os transexuais, ou os transgêneros. Que salada indigesta!!!

No início de 2017 a Disney foi muito criticada quando incluiu uma sutil história homossexual em sua nova versão do desenho “A Bela e a Fera”. Pouco antes disso, a Disney já havia exibido o primeiro beijo gay em suas produções quando lançou o desenho infantil “Star vs. the Forces of Evil” (Estrela contra as forças do Mal). Num show acontecido durante o desenho, vários casais do mesmo sexo apareceram se beijando, ao mesmo tempo.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

O assunto é vasto, e correríamos o risco de nos tornar enfadonhos ao registrar aqui mais detalhes sobre a ação nociva dessa pequena parte da sociedade. Ela está aumentando, sem dúvida, pois conta com o apoio de grandes empresas de comunicação em todas as partes do mundo, sendo que no Brasil a Rede Globo de Televisão já não disfarça mais suas pretensões nas novelas, nos programas de entrevista, etc., patrocinada por grandes indústrias fabricantes de perfumes, produtos domésticos, Bancos, etc. 

A chegada da internet está ajudando bastante a denunciar esses abusos que estão acontecendo, como as “forçações de barra” da classe artística em exposições de arte, justificando suas apelações como se fossem expressões artísticas. Até o governo e a classe política está desavergonhadamente apoiando e justificando as atitudes “artísticas” que estão sendo criticadas pela sociedade.

Para quem quiser se aprofundar nesse assunto, procure nas redes sociais pelo Dr. Josué Yrion, pois trata-se de uma autoridade no assunto, desde os anos 90, quando isso começou a despertar a atenção da população mundial.

Também sugerimos ao leitor interessado que procure a seção “Ocultismo” do site elevados.com.br, onde temos muitos estudos e pesquisas a respeito dessas coisas, principalmente o estudo intitulado “A Velha Nova Era”, na subseção Espiritismo Científico.

 

AUTOR

Walmir Damiani Corrêa

31/10/2017

 

Por: Walmir Damiani Corrêa

Publicado em 01/11/2017

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