Fatos Verdadeiros

 
FATOS VERDADEIROS

 

 

Muitas das histórias aqui contadas mencionam o nome de algum obreiro que presenciou o fato, e outras, não. Mas, vamos acreditar que todas sejam verdadeiras!

 

 

BAITA COINCIDÊNCIA

 

O Pr. Roque Lourenço foi visitar uma igreja em Telêmaco Borba/PR, mas chegou atrasado ao culto. No momento em que entrava no tempo, um obreiro estava empolgado no púlpito, falando sobre as influências das músicas mundanas nas igrejas:

—  Irmãos, muito cuidado, pois o rock está entrando na igreja!

Todos os irmãos olharam para o Pastor Roque, e a situação fez com que o riso tomasse conta da plateia. Foi uma coincidência cômica.

 

CONVIDA AQUELE HOMEM PARA ENTRAR

 

O Presbítero Dionísio Andreata estava dirigindo um culto no interior do Rio Grande do Sul, numa noite muito escura, daquelas em que não se enxergava nem um palmo à frente do nariz.  Pela porta da frente, o presbítero, em meio à escuridão, observou que alguém se movia lá fora, como que erguendo e balançando os braços. É como se estivesse acenando.

Porém, como o personagem não estrava na porta, o presbítero começou a se incomodar com a situação, chamou um diácono e lhe disse:

— Faça entrar aquela pessoa que está lá fora. Já faz um tempo que está acenando de lá.

Poucos instantes depois o diácono volta, não se contendo de tanto rir e fala da porta:

— Irmão Dionísio, não é gente, não. É um cavalo que alguém amarrou lá fora e ele não para de balançar o rabo.

 

PASTORES INSIGNES

 

Essa foi contada pelo pastor presbiteriano Josué Soares da Silva, sobre uma cerimônia em que um pastor se despedia da igreja e outro chegava para substituí-lo. 

O dirigente que oficializava a cerimônia, assim se manifestou:

— Irmãos, vamos proceder da seguinte forma: Faremos duas orações: a primeira para o insigne partinte, e a segunda, para o insigne ficante.

 

CAFARNAUM, O BALNEÁRIO PREFERIDO DE JESUS 

 

Um pastor teria afirmado que Jesus, aos 12 anos de idade, assumiu a carpintaria do seu pai José.  Segundo esse pastor, Jesus ganhou um bom dinheiro que investiu na compra de uma casa de praia em Cafarnaum.

Essa afirmação do pastor foi fundamentada em informações registradas num livro apócrifo, que falava dos “negócios” de Jesus na produção de mesas e cadeiras. Uma das maiores aberrações já contadas por aí. Balneário Cafarnaum!!!

 

 

O SAPATO VOADOR

 

O Pr. Azarias, em Botucatu, garante que essa história é verdadeira. Conta que estava pregando na cidade de Primeiro de Maio, próxima a Londrina/PR. Ele empolgou-se, no meio da pregação, e disse:

— Vou dar um chute no diabo!

O problema é que o cadarço não estava bem amarrado, e depois do seu gesto futebolístico o sapato decolou para o meio da igreja. 

 

E A CORTINA SE ABRIU...

 

Um pastor estava pregando numa Assembleia de Deus em Allston, Estados Unidos, falando da libertação de Pedro da prisão (Atos 2). A Igreja local havia alugado um templo muito antigo que pertencia à Igreja Congregacional Americana, que possuía um palco superior, com as cortinas fechadas e outro logo abaixo dele, no nível da plateia. Esse era o lugar onde ficavam o dirigente, o pregador e a turma do louvor. 

O pregador ia se empolgando, aos poucos, contando sobre a libertação de Pedro, falando das portas que iam se abrindo pelos anjos, quando levantou a mão e declarou: “O Deus a quem servimos é o Deus que abre portas!” 

Ao descer a mão, o pastor derrubou a pequena cortina decorativa do palco de cima. Foi um momento hilariante, pois um irmão da plateia não resistiu de falar em voz alta: “Deus abre portas e cortinas também!”  

 

 

DESASTRE NUM CULTO DOMÉSTICO

 

É lá que as coisas mais acontecem.  Tinha uma irmã que era muito doente, gorda, não podia se deslocar para a igreja, então resolveu-se que toda semana seria realizado um culto doméstico na casa dela.

Como muita gente gostava de ir lá, o negócio estava dando certo, e tiveram que fabricar bancos compridos para agasalhar os irmãos visitantes.

Porém, um desses bancos quebrou o pé por causa do excesso de irmãos sentados nele e todo mundo caiu esparramado no chão, bem no meio do culto. Ninguém se machucou, mas foi um riso só, “na presença do Senhor”.

 

UM SALMÃO DE PRESENTE

 

Sempre que um pastor brincalhão vinha visitar o Pr. José Pimentel em Curitiba, lhe trazia de presente um bom queijo mineiro. Na última vez em que esteve lá, disse-lhe que na próxima vez traria um salmão, no lugar do queijo.

Assim foi. Quando chegou, deu para o Pr. Pimentel o tal “salmão”: um quadro com o Salmo 119. 

 

 

PASTOR COM PRESSÃO BAIXA

 

O Pr. Roque Lourenço, no tempo em que trabalhava na Assembleia de Deus de Ponta Grossa/PR, recebeu a visita de um pastor proveniente do interior de São Paulo, homem que costumava dormir cedo por causa do sono que a pressão baixa lhe causava.

Como o Pr. Roque não sabia do problema, foi “esticando” as conversas em casa, até tarde.

— Em que cidade o irmão está residindo?

Já tomado pelo sono, ele ia tentando responder às perguntas:

— Eu moro... Eu moro em... em... Botuca... Botuca... Botuca...

E adormeceu sem conseguir dizer que morava em Botucatu/SP.

 

 

CORINHO ESTRANHO 

 

Anos atrás, era normal os aluninhos de Escola Dominical se apresentarem cantando um “corinho” para a Igreja, quando se juntavam aos adultos no templo principal. Conta uma irmã de Curitiba que seus dois filhinhos Ismael e Eliazel se ofereceram para cantar um hino, ensaiaram em segredo a semana inteira e no domingo cantaram com toda a força dos seus pulmões:

— “Ai, Tatu, Tatuzinho, me abre a garrafa e me dá um pouquinho...”

A musiquinha pertencia a um comercial de cachaça que tocava muito nas emissoras de rádio da época.

A singeleza e a inocência de coração das crianças sempre nos proporcionam essas cenas pitorescas.

 

 

OUTRO CORINHO ESTRANHO  

 

Essa quem conta sou eu mesmo (Walmir), o responsável por este site. Meu filho Vicente tinha mais ou menos quatro anos e gostava muito de cantar com a Igreja, naquele momento de louvor, antes da pregação. 

De repente, olho para ele cantando um “corinho”, a veia do pescoço saltando, dessa forma:  “... Antes eu era um perdido / andava sem ter direção / hoje eu vivo contente / porque sou um crente e achei salvação...”

 

DIÁCONO CAPRICHOSO

 

O Pr. Marcos Antônio da Silva foi solicitado para fazer os serviços num funeral no bairro Santa Helena, em Curitiba/PR. Chegando um pouco antes, acertou a programação com a família, mas no momento em que se preparava para iniciar o serviço, um diácono posicionou-se ao lado do caixão com uma salva de ofertas nas mãos.

— Pastor, quando o senhor quiser que se recolham as ofertas, é só determinar, que eu já estou a postos.

— [ ???????? ]  Não, irmão, hoje não vamos recolher ofertas!!!  

 

BRINCA COM CRIANÇA...

 

O Pr. Osnir de Souza Lima tinha acabado de pregar numa cidade do interior do Paraná, quando começou a fazer o convite:

—  Quem deseja aceitar a Cristo como seu único e suficiente Salvador? Quem deseja? Quem deseja? Ainda há tempo! 

De repente, sua filhinha Gelseni atravessa o corredor trazendo um gato no colo, e diz:

— Pai, ele quer.

 

DUELO NA ESCOLA DOMINICAL

 

Como foi o Pr. Josué Silvestre quem contou, nós acreditamos. Eram duas velhinhas que costumavam sentar juntas em todas as reuniões da igreja.

Certa feita aconteceu uma discussão entre as duas sobre um determinado problema. Elas romperam a “comunhão” de tantos anos, mas continuaram a sentar juntas, apesar de não se olharem.

Numa reunião de Escola Dominical, o dirigente colocou em prática aquele costume assembleiano de pedir que cada pessoa presente, pela ordem de banco, recitasse um versículo bíblico. Quando chegou a vez da primeira velhinha, ela disse:

— “Eu sou o Pão Vivo que desceu do céu...”

A outra velhinha, ao lado, não perdeu tempo:

— “Quem comer desse pão morrerá!” 

 

A ALEGRIA DO SENHOR É A NOSSA FORÇA

 

O Congresso de jovens estava animadíssimo, e um irmão estava particularmente animado. Ele levantava, sentava, levantava de novo, pulava, sendo que num certo momento, sem perceber, derrubou a cadeira na qual estava sentado.

O problema é que ele não percebeu que tinha derrubado a cadeira e foi ”com tudo” para sentar de novo. Ele caiu no chão, de pernas para o ar. Ele levantou, e continuou a adorar, como se nada tivesse acontecido. Puxou a cadeira, sentou, e não levantou mais.

 

SOLTA O CABO NA NAU

 

O pastor Francisco Assis Gomes vivenciou muitos fatos pitorescos durante o tempo em que pastoreava em terras do Maranhão. Num culto, perguntou aos irmãos do conjunto:

— Que hino vamos cantar agora, irmãos?

Tinha um vizinho não-crente da congregação, que costumava assistir aos cultos pela janela da igreja, e arriscou um palpite:

— Canta aquele “Solta o Cabra Danado”.

Ele estava se referindo ao hino “Solta o cabo na nau”, da Harpa Cristã.

 

ORAÇÃO INTESTINAL

 

Houve um congresso na nossa igreja, daqueles em que outras igrejas mandam representantes, grupo de louvor, obreiros, etc. Um desses grupos de louvor estava ensaiando dentro do templo, à tarde, para cantar no culto da noite. 

Eu entrei para pegar um microfone e, sem querer, assisti à oração final do ensaio, quando eles formaram um círculo e o líder começou a orar por cada um dos membros do conjunto. De repente, ouvi o dirigente orando assim, por uma moça do vocal: “Senhor, abençoa essa irmãzinha, pois ela tem prisão de ventre e às vezes fica uma semana sem ir ao banheiro...”  

É claro que não fiquei para ouvir o resto da oração, pois saí apressadamente do local, para poder rir pelo lado de fora da igreja.

 

GRAVATA ASSASSINA

 

A vigília caminhava muito bem. Um irmão fervoroso, orava ajoelhado, com os olhos fechados, mas cada vez que levantava a cabeça sentia seu pescoço apertar, ao ponto de não poder respirar.

Afligido e pensando tratar-se de uma obra maligna para impedir sua oração, começou a gritar,  já ofegante pela falta de ar:  “Sai, diabo! Eu te repreendo! Tu estás me enforcando, seu infeliz! 

Um irmão que orava ao lado dele, apressou-se em esclarecer: “Calma, irmão! Não é o diabo, não! É que seu joelho prendeu a ponta da gravata e o nó está apertando o seu pescoço!”

 A partir desse dia, o pastor proibiu que se usasse gravata que passasse do umbigo. 

 

LAMA SANTA

 

Um pregador do interior do nordeste brasileiro aventurou-se em interpretar as palavras em hebraico pronunciadas por Jesus na cena da crucificação.  A confusão foi muito grande, quando ele falou:

— Igreja do Senhor!  Jesus passava por aquele perrengue no Calvário, quando disse: ““Eli, Eli, lama sabactni...”   Eu explico, irmãos: Jesus aqui falava de lama, está certo, mas não é dessa lama vagabunda que nós temos aqui no nordeste! Ele está falando de lama santa, está falando de lama do céu!

 

ALFA E ÔMEGA

 

Essa foi contada pelo Pr. Raymundo de Oliveira, afamado pregador e escritor, homem de espírito jovial e um apreciável senso de humor.

Numa igreja do nordeste brasileiro, um irmão estava tentando pregar sobre o tema “Jesus é o alfa e o ômega”, baseado em Apocalipse 1:8. Utilizando-se de uma exegese própria, o irmãozinho explicava veementemente à plateia o texto em pauta:

— Meus irmãos, o que Jesus está querendo dizer aqui é que Ele é tão forte quanto um caminhão ALFA-ROMEU e que tem a precisão de um relógio suíço OMEGA. 

 

IGREJA LOUVADORA

 

Um pastor foi convidado para pregar em uma igreja do interior. Até aí, tudo bem, tudo normal. O problema é que a “cantoria” passou dos limites. Teve um rapaz lá que, só ele, cantou quatro hinos. O pastor chegou a falar baixinho para si mesmo: “Se esse rapaz se levantar de novo para cantar, eu faço um escândalo aqui e mando ele se sentar na marra.” 

O povo também já estava cansado de ouvir aquela “cantoria”, quando o dirigente chamou o pastor visitante para pregar.

O maior problema foi quando o pastor pegou o microfone: faltou energia elétrica na igreja. Experiente como era, o pastor pregou à luz de velas. Inclusive, ele achou aquilo tudo muito romântico. 

Porém, quando ele estava acabando de pregar, a energia voltou, e o dirigente se apressou em escalar mais dois irmãos para cantar hinos.

 

 

CULTO DE SENHORAS (1)

 

Culto de mulheres sempre é muito animado, pois as irmãs sabem como se alegrar. A pregadora empolgou-se às pampas, e começou a falar de Davi e Golias, dizendo: “Irmãos, Davi era pequeno e pegou o seu estilingue,  rodou, rodou e ó!!!  na cabeça do Golias!  Só deu Davi!"  

Para dar autenticidade à sua pregação, a irmã resolveu começar a fazer aquele gesto de mão aberta em baixo, batendo com a outra mão em forma de soco: “Pá!  Pá!  Pá!” 

Muitas pessoas riam... Muitas pessoas aplaudiam...  Muitas pessoas só se olhavam...

Foi a pregação mais trágica que assisti nesses meus quase trinta anos de ministério.

 

CULTO DE SENHORAS (2)

 

Não tem aquela passagem bíblica de Ana, a mulher que não conseguia engravidar, e que por isso sofria provocações por parte de Penina, a outra mulher do seu marido Elcana?  

Pois é... Assisti uma pregadora, tempos atrás, desenvolvendo sobre esse tema, “malhando o pau” nessa segunda mulher de Elcana, a “Peninha”.

O pior é que a pregadora repetia cada vez mais que Peninha isso, a Peninha aquilo... Foi para chorar de rir.

 

 

CANTADA BÍBLICA PARA UMA IRMÃ

 

Um irmão que era viúvo, estava de olho numa crente solteirona da igreja. Era culto de Santa Ceia na Assembleia de Deus e o ministrante sugeriu recitações dos fiéis, um para o outro. O irmão olha apressadamente  para a sua pretendida e dispara o seu versículo:

― “Não é bom que o homem esteja só.” (Gênesis 1:8)

A solteirona, que não queria nada com ele, levanta e diz o seu versículo:

― “É melhor só do que mal acompanhada.”

As pessoas estão até hoje procurando na Bíblia o versículo que a irmã recitou.

 

NOIVO PECADOR

 

Parece piada inventada por algum irmão “safado”, mas pode ser verdade.

Conta-se que um coral foi convocado para entoar cânticos durante uma cerimônia de casamento de um casal de membros importantes da igreja. Igreja lotada, o primeiro cântico aconteceria no momento em que o noivo aparecesse na entrada do templo. 

Logo que o sorridente rapaz colocou seu nariz na porta, o coral “atacou”:

— “Ó pecador, vem à fonte, com teu fardo de dor...”

 

DENTADURA VOADORA

 

O pastor mais idoso da igreja foi convidado para pregar, e ele usava uma prótese dentária, daqueles inteiras.

Com toda aquela gesticulação de quem faz tempo que não é convidado para pregar, de repente a dentadura saltou da sua boca. Mas, numa maestria perfeita, antes que a dentadura chegasse ao chão, o velhinho a pegou no ar, colocou-a novamente na boca  incrivelmente rápido, como se nada tivesse acontecido. Continuou a pregação “na boa”. 

 

COLETA SEM SALVA

 

Essa também veio das AD dos arredores de Curitiba. O irmão Tito foi convidado para trabalhar como diácono na sua congregação. No momento em que o dirigente do culto anunciou a coleta de dízimos e ofertas, o irmão Tito preparou-se para “estrear”, indo até a tesouraria para pegar os instrumentos.

No sul do Brasil é normal usar-se um cabo de vassoura tendo uma espécie de coador na ponta, onde as pessoas vão depositando suas ofertas para o diácono que vai passando pelas filas de bancos.

Aguardou a oração pelas ofertas e entrou triunfantemente no salão, dirigindo-se até os bancos. O problema é que todos os crentes começaram a olhar para ele e rir. Foi só nessa hora que ele percebeu que estava apenas estendendo o cabo, mas que o “coador” da salva havia saído do lugar. 

 

COISAS DE CULTOS DOMÉSTICOS

 

O culto foi realizado na casa de um membro da Igreja. Como a sala estava lotada, o guitarrista estava tocando entre a caixa acústica e o dirigente do culto, que estava de pé. De repente, esse irmão alegrou-se a tal ponto que começou a pular, tentou passar entre o músico e a caixa de som, empurrando tudo, e o músico quase caiu de costas, com violão e tudo.

Todos os presentes ficaram assustadas, pois a alegria do irmão-dirigente estava um pouco exagerada. Ele chegou a deixar cair o microfone que estava usando. Para culminar o “salseiro”, o irmão atravessou correndo a sala, no meio da plateia, e desapareceu pelo corredor da casa. 

Sabem o que tinha acontecido?  É que apareceu um sapo debaixo da cadeira onde o irmão-dirigente estava sentado, e ele tem verdadeiro pavor desse bicho, desde que era criança. 

Ele só voltou para continuar o culto, depois que outro irmão pegou o sapo e o convenceu a retirar-se para a rua.

Imaginem como ficou a concentração no culto, depois desse acontecimento.

 

 

 

 FONTE PESQUISADAS

 

SILVA, Márcio Roberto. As gafes nas igrejas. Pesquisado em http://marciorobertosilva.blogspot.com.br/2013/09/as-gafes-nas-igrejas-artigos-variados.html

SILVA, Marcos Antônio da. (Pr.) Histórias engraçadas de meus irmãos. Livro Online postado por Blog TV Logos.

CARVALHO, José Pimentel de (Pr.)  — Assembleia de Deus, Curitiba/PR

 

Por: Walmir Damiani Corrêa

Publicado em 04/07/2018

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