Domingo, o dia do Senhor. E não é por acaso.

  


DOMINGO, O DIA DO SENHOR

   E NÃO É POR ACASO
 

 

 
Assim como o sábado, era considerado o “Dia da Lei”, o domingo, que é o primeiro dia da semana, passou a ser o “Dia do Senhor”. O Cristo ressuscitado passou a estar com os discípulos, no primeiro dia da semana, enquanto os apóstolos, juntamente com a Igreja Cristã (fundada em pentecostes, no primeiro dia da semana), também passou a adotar o dia da ressurreição como sendo “O Dia do Senhor”. 

Começamos a semana louvando e servindo a Deus e, na subsequência, trabalhamos seis dias. Continuamos em perfeita obediência ao mandamento divino, o qual determina que devemos trabalhar seis dias e descansar um.

Veja, em seguida, algumas razões pelas quais podemos afirmar que com a “Era da Graça” também passamos a guardar, como cristãos (e não como judeus ou judaizantes), um novo dia: o primeiro dia da semana. “Novo pacto, ele tornou antiquado o primeiro. E o que se torna antiquado e envelhece, perto está de desaparecer” (Hebreus 8:13).

Cristo cumpriu a lei. Assim, não estamos sob o jugo da Lei. Portanto, “ninguém, pois, nos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras, mas o corpo é de Cristo” (Colossenses. 2:16-17). “Pois todos quantos são das obras da lei; estão debaixo de maldição” [...]  Mas depois que veio a fé, já não estamos debaixo do aio, pois todos somos filhos de Deus, pela fé em Cristo Jesus.” (Leia o Capítulo 3 da Carta aos Gálatas)

O Novo Testamento nos dá total base para, como cristãos, observarmos o primeiro dia da semana, como sendo “O Dia do Senhor”:

1) Jesus ressuscitou, dentre os mortos, no primeiro dia da semana. E não foi por acaso. (João 20:1). 

2) Os discípulos estavam reunidos no primeiro dia da semana, e Jesus (já ressuscitado) lhes apareceu e disse-lhes: “Recebei o Espírito Santo” (João 20: 19-23).  E não foi por acaso.

3) Jesus esperou uma semana, e no outro primeiro dia da semana, quando os discípulos estavam novamente reunidos, Ele mais uma vez apareceu aos discípulos (João 20:26-31). E não foi por acaso.

4) A promessa da vinda do Espírito Santo cumpriu-se no primeiro dia da semana, no dia de Pentecostes (Levítico 23:16) e também não foi por acaso.

5) Nesse mesmo primeiro dia da semana (Dia de Pentecostes) foi pregado pelo apóstolo Pedro o primeiro sermão evangelístico sobre a morte e ressurreição de Jesus (Atos 2:14).  E também não foi por acaso.

6) Nesse mesmo primeiro dia da semana, os quase três mil convertidos foram unidos à primeira “eclesia” (Igreja) neotestamentária (Atos 2:41). E não foi por acaso.

7) Nesse mesmo primeiro dia da semana, o rito do batismo cristão, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, foi administrado pela primeira vez (Atos 2:41). Também não foi por acaso.

8) O Livro de Atos dos Apóstolos, o livro histórico do Novo Testamento, registra que foi num primeiro dia da semana, na cidade de Trôade, que os cristãos estavam reunidos e ouviram a mensagem proferida pelo apóstolo Paulo (Atos 20:6-7). Também não foi por acaso.

9) O apóstolo Paulo comunicou a todas as Igrejas da Galácia e à Igreja de Corinto, que a data para recebimento das ofertas dos cristãos seria o primeiro dia da semana. (1 Coríntios 16:1,2). E não foi por acaso.

10)  No Livro da Revelação (Apocalipse), o apóstolo João declarou em alto e bom som que foi “arrebatado no dia do senhor” (Apocalipse 1:10).  Também não foi por acaso.

 
Vivemos na Era da Graça, e guardamos o Dia do Senhor. Honramos a Jesus Cristo, que é o Senhor do Sábado, mas não podemos nos deixar levar por “cristãos judaizantes” apegados à Era da Lei.

Disse Jesus: “A lei e os profetas vigoraram até João (Batista); desde então é anunciado o Evangelho do Reino de Deus” (Lucas 16:15).

Ouçamos o que Paulo disse a Tito: ”Não devemos dar lugar a fábulas judaicas, nem a mandamentos de homens que se desviam da verdade” (Tito 1:14).

AUTOR

 Pr. João Brito Costa Nogueira

 

DADOS SOBRE O AUTOR

O Pastor João Brito Costa Nogueira, da Igreja Evangélica Batista de Vitória (IEBV), é bacharel em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil (RJ), em Ciências Sociais pela Universidade Católica de Cachoeiro e em Direito pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). É casado com Dorcas Marione, pai de Kátia, Deivisson e Renan e avô de Thiago e Gustavo.

 

 

 

Por: João Brito Costa Nogueira

Publicado em 16/09/2018

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