Reis de Israel

 

REIS DE ISRAEL

HISTÓRIA BÍBLICA

 

 

Apresentamos, a partir de agora, uma série de curiosidades ou fatos pitorescos ligados aos reis citados nos textos bíblicos, reinados desempenhados em Israel, em Judá ou em outras nações vizinhas. As informações curiosas poderão ir sofrendo acréscimos à medida que outros fatos forem sendo descobertos. 

Como anexamos a citação bíblica para cada fato, nosso leitor poderá ampliar seu conhecimento ao pesquisar os textos de forma a tomar conhecimento do contexto.

1. Melquisedeque aparece de repente em Gênesis 14:18-20 como o Rei de Salém, que mais tarde seria chamada de Jerusalém. Considerado como sacerdote do Deus Altíssimo, ele recepcionou Abraão que regressava de uma batalha com outros reis, oferecendo-lhe pão e vinho. Depois de abençoá-lo, o sacerdote recebeu seus dízimos. 

2. Alguns estudiosos consideram o sacerdócio de Melquisedeque como “estranho”, pois não aparece nos registros bíblicos quem era o seu pai, sua mãe, nem qualquer antepassado, assim como não se referem ao seu nascimento ou morte. Outros afirmam que ele seria Sem, filho de Noé, que passou a usar esse nome quando assumiu o sacerdócio de seu pai. Conforme Gênesis 11:26, Abraão, era bisneto de Sem, ou seja, do próprio Melquisedeque.

3. Com certeza, pela época em que viveu, seu sacerdócio não era levita, pois o próprio Abraão veio a ser, mais tarde, o avô de Levi (Gênesis 14).

 

ISRAEL

DOS JUÍZES AOS REIS

 

 

O modelo de governo instalado por Deus em Israel era pelos Juízes, os quais julgavam os desentendimentos suscitados entre a população israelita, sendo que o último deles, reconhecidamente, foi o profeta Samuel, cuja descendência não mereceu respeito por parte dos anciãos, que o procuraram em Ramá para que constituísse um rei que governasse sobre o povo de Israel. Surpreendido pelo pedido, Samuel orou a Deus, consultando-O sobre essa mudança de governo sobre o povo, e o Senhor resolveu atender ao apelo geral, autorizando ao profeta de ungir o primeiro rei para Israel (1 Samuel 8:1-7) (1 Samuel 8:19,20). 

Havia nas terras de Benjamin um rapaz alto acima da média, duvidando-se que houvesse em Israel alguém mais belo do que ele. Seu nome era Saul e Deus o separara para reinar sobre Israel. 

Saul era ainda moço quando seu pai lhe ordenou que procurasse por umas jumentas que se haviam perdido nas montanhas. Nessas andanças, acabou se encontrando com o profeta Samuel que, coincidentemente, esperava que lhe aparecesse o homem mandado por Deus que viria a ser o primeiro rei de Israel, um guerreiro que libertasse o a não israelita das mãos dos filisteus. Esse foi o momento em que Saul foi ungido pelo profeta Samuel como o primeiro rei de Israel. (I Samuel 9:2,3,17)

 

1. Existem muitas histórias contadas sobre esse rei, e uma delas fala que Saul ficou nu durante 24 horas na presença do profeta Samuel. A explicação de muitos estudiosos é que Saul costumava apresentar mudanças drásticas de comportamento, e que essa foi uma delas, pois naquele momento ele estava chegando a Ramá para prender Davi e talvez mata-lo. Ele foi tomado tão violentamente pelo Espírito de Deus que começou a profetizar, dançar e até tirar suas roupas numa reunião de culto entre diante de Samuel e seus discípulos. A impressão que dá é que o rei Saul sofria de uma doença que hoje chamamos de bipolaridade. (1 Samuel 19:24) 

2. Seu filho Jônata era muito amigo de Davi, chegando a servi-lo como seu fiel escudeiro. Como Davi passou a ser inimigo do rei Saul, ele chegou a tentar matar seu próprio filho Jônata durante um jantar. (1 Samuel 20:33)

3. Numa outra ocasião, temendo pelo poder de Davi, que era abençoado pelo Senhor e respeitado por Samuel, Saul mandou Doegue matar a 85 sacerdotes num só dia e depois atacar a cidade de Nobe, onde passou pelo fio da espada a homens, mulheres, crianças e bebês, bois e jumentos. Uma tragédia. (1 Samuel 22:17-19)

4. O final da vida de um homem desse não poderia ser de paz.  Depois dos desenlaces e erros cometidos, Saul perdeu a proteção de Deus e ficou exposto aos ataques dos ferozes filisteus. Foi ferido junto a seus filhos, e sua cabeça foi pendurada como um troféu no templo de Dragon (1 Crônicas 10:8-10). Abandonado por Deus, o erro final de Saul foi consultar uma necromante (1 Crônicas 10:13,14 e 1 Samuel 28) 

5. Inadvertidamente, muitos pensam que o rei Saul foi morto pelos filisteus, mas não aconteceu exatamente assim. Ele estava ferido pela batalha, deitado numa cama, quando ordenou a seu escudeiro que o matasse. Como o homem não ousou cumprir essa ordem, Saul tomou sua própria espada e lançou-se sobre ela. Ficou assim configurado o primeiro suicídio de um monarca, mencionado nas Escrituras Sagradas (1 Samuel 31:4).  Na verdade, pouco tempo antes disso aconteceu um suicídio por enforcamento, provocado por Aitofel, homem de Absalão que não conseguiu levar a cabo sua tarefa de matar a Davi (2 Samuel 14:23)

1. Deus apenas aquiescera à vontade popular de entronizar um rei sobre Israel, mas fica claro que Saul não fazia parte dos Seus planos. É o que se pode chamar de “vontade permissiva” de Deus. Diante da sucessão de besteiras cometidas pelo rei Saul, Deus começou a preparar a pessoa certa para aquele cargo, quando chamou de novo ao profeta Samuel, incumbindo-lhe de ir até a casa de Jessé, onde lhe mostraria qual filho desse homem deveria ser ungido. A história é por demais conhecida de todos os cristãos, por isso podemos abreviá-la e falar da unção sobre o garoto ruivo chamado Davi, que cuidava das ovelhas da família, enquanto seus irmãos mais velhos pertenciam às colunas de frente do exército de Israel, nas batalhas contra os filisteus. 

2. O fato principal que caracteriza a valentia de Davi está no enfrentamento do gigante Golias, que vivia afrontando e humilhando aos soldados israelitas. Esse homem descomunal tinha 2.90 metros de altura, usava um capacete de bronze, uma couraça de bronze que pesava 60 quilos e só a ponta da sua lança pesava 6.84 quilos. Pois Davi resolveu enfrentar o gigante, em nome do Deus de Israel, recusando-se a vestir os utensílios de guerra como capacete, armadura, espada, etc., restringindo-se em fazer uso apenas de uma funda (atiradeira). Todos sabemos que uma pedrinha de rio foi o suficiente para ferir a cabeça do gigante. A admiração inicial do rei Saul transformou-se em inveja, e Davi passou a ser perseguido. (1 Samuel 17)

3. A morte de Saul ocasionou a esperada coroação de Davi sobre o povo de Israel, mas imediatamente se viu caçado pelos poderosos filisteus. Ele buscou a Deus, pediu orientações, e o Senhor lhe disse que provocaria um ruidoso som de marcha de tropas e que isso seria o sinal para que Israel avançasse e ferisse aos inimigos. Dito e acontecido. (2 Samuel 5:22-25)

4. Certa vez Davi resolveu ordenar uma contagem dos homens que serviam ao seu exército (senso), fato que desagradou a Deus. Foi quando o rei Davi teve a visão de um anjo desembainhando uma espada. (I Crônicas 21:16,17)

5. Amon havia morrido e o Davi, consternado, mandou homens até o seu filho Hanum para a entrega de condolências. Hanum imaginou que estava sendo espiado para um posterior ataque e resolveu humilhar os servos do rei Davi, raspando-lhes a metade da barba, a metade das vestes até as nádegas e depois mandou-os embora. Logicamente, a vingança de Davi foi terrível. (2 Samuel 10:2-5)

1. Salomão, filho de Davi, foi o terceiro rei em Israel, homem sábio que costumava ensinar às pessoas que era preferível fazer-se orações curtas ao invés de falar-se demais, na presença do Senhor. (Eclesiastes 5:2)

2. Em seus escritos, Salomão comenta sobre a mulher cheia de armadilhas, cujas mãos são como grilhões, aconselhando aos homens de Deus que fujam delas, pois os que ficarem sob o poder dela também serão considerados pecadores. (Eclesiastes 7:26)

3. Um fato curioso sobre o reinado de Salomão é que ele precisou de 13 anos para construir o seu palácio. (1 Reis 7:1)

4. O seu opulento reinado propiciou o crescimento da navegação comercial pelos mares, tendo como grande parceiro comercial o rei Hirão, de Tiro. (1 Reis 9:27)

5. O rei Salomão escreveu aproximadamente 3.000 provérbios e 1.000 cânticos. (1 Reis 4:32)

6. Coincidentemente, os três primeiros soberanos de Israel reinaram igualmente pelo período de 40 anos: Saul, Davi e Salomão.

1. Neto de Absalão, Abias reinou por três anos em Judá, no mesmo tempo em que Jeroboão reinava em Israel.  Dizem que, como bom filho, cometeu todos os pecados do seu pai Davi, mas também herdou muitas virtudes dele.

2. O lado fofoqueiro da coisa, é que Abias gostava muito de “variar” de companheiras, chegando à seguinte pontuação, no prêmio Guiness da época: 14 esposas, 22 filhos e 16 filhas. (II Crônicas 13:21)

1. Parece engraçado, mas trata-se do primeiro caso de um homem que foi aposentado. Ele era o rei Joaquim, de Judá, e foi levado preso para a Babilônia junto com o seu povo. Mais tarde, o rei Nabucodonosor resolveu soltá-lo, deu-lhe vestes adequadas e Joaquim passou a comer na mesa do rei até o fim de sua vida. Se isso não foi uma aposentadoria, no mínimo se parece muito com isso. (Jeremias 52:31-34)

1. É só falar em rei Ezequias, e lá vem aquela curiosa história a seu respeito. O profeta Isaías foi visitar ao rei Ezequias que estava muito doente, e lhe recomendou, a mando do Senhor, que o rei colocasse suas coisas em ordem porque morreria logo. Ezequias virou-se para o canto da parede, chorou muito e orou fervorosamente a Deus, pedindo que não o levasse. O profeta Isaías ainda não tinha chegado ao meio do pátio do palácio quando foi mandado de volta ao quarto do rei para dizer-lhe que Deus ouviu sua oração, viu suas lágrimas e que o curara instantaneamente. Foram acrescentados 15 anos à vida do rei Ezequias.

1. Para falarmos sobre o rei Joás, também chamado ce JEOÁS, torna-se necessário recordarmos uma história imediatamente anterior a ele. O rei Acazias tinha apenas 23 anos quando morreu e sua mãe, Atalia, pretendeu governar no seu lugar. Para isso, ela mandou matar os filhos pequenos de Acazias, que seriam seus descendentes, mas um deles, o de nome Joás, foi escondido num quartinho por 6 anos por uma tia e seu marido, o sacerdote Jeoiada. Atalia ainda reinava em Israel quando o menino foi apresentado e coroado rei (2 Reis 11).

2. Um fato curioso sobre o caráter do rei Joás é que ele dedicava uma admiração e um amor muito grande pelo profeta Eliseu. No momento em que o profeta estava profundamente doente, o rei chorou copiosamente sobre o seu corpo, durante uma visita. (2 Reis 13:14)

1. Menaém começou mal a sua carreira “política”.  Salum reinava há um mês sobre Israel quando foi assassinado por Menaém, que assumiu o posto em seu lugar. 

2. Um fato interessante no seu reinado é que esse soberano pagou mil talentos de prata ao rei da Assíria, como uma espécie de tributo, de proteção militar, da mesma forma como a populações das favelas cariocas pagam “proteções” às milícias, nos dias atuais. A quantia paga foi arrecadada “na marra” entre todos os poderosos e ricos da população (2 Reis 15:20).

3. Quanto ao rei Salum, que era filho de Jabes, ele protagonizou um dos reinados mais curtos na história de Israel, apenas 30 dias, tudo isso na mesma época em que Uzias reinava em Judá. (2 Reis 15:13,14)

1. Esse monarca não obedeceu os ditames do Senhor, e cumpriu-se nele o juízo que ocorre contra reis iníquos. Coisa ruim aconteceu a esse soberano no momento do seu sepultamento, a mando do Senhor: seu corpo deveria ser arrastado para fora de Jerusalém e depois enterrado em sepultura de jumento. (Jeremias 22:19)

1. O rei Manassés desonrou o templo, a Casa do Senhor, permitindo a edificação de altares a todo tipo de deuses pagãos, chegando ao absurdo de sacrificar no fogo ao seu próprio filho.  Ali eram praticados encantamentos, adivinhações pelas nuvens e consultas a médiuns (2 Reis 21:5,6,11 e 23:5) (2 Crônicas 33:6,7).

1. Jeroboão foi um rei desobediente às coisas de Deus, costumando queimar incenso junto ao altar de Betel a deuses estranhos. Chegando ali um profeta vindo de Judá, ele entrou nesse ambiente de culto e clamou contra as coisas que estavam acontecendo. Imediatamente o rei Jeroboão reagiu contra ele, mandando que seus homens o prendessem. No mesmo momento, sua mão secou e ele não conseguia recolhê-la. Humilhou-se perante o profeta de Judá, pediu que ele orasse ao Deus Altíssimo para que sarasse sua mão. Na mesma hora, sua mão voltou ao normal. (I Reis 13:4-6)

1. O rei Asa reinou sobre Judá por 41 anos, sendo bisneto de Absalão. Foi um bom soberano, obediente ao Senhor, destruiu altares a deuses estranhos, e quando sofreu a invasão do rei Baasa de Israel, solicitou ajuda militar da Síria e foi atendido.

2. Um fato curioso do seu reinado foi que Asa havia deixado cavado, em vida, um sepulcro para ele mesmo. Na sua morte, ele foi enterrado nesse sepulcro. (2 Crônicas 16:14)

1. Seu reinado aconteceu em Tirza, ao mesmo tempo em que o rei Asa reinava sobre Judá. Segundo a Bíblia, o reinado durou apenas 7 dias, e foram terríveis. Para começar, ele aproveitou a embriaguez do rei Elá de Israel, que reinava há dois anos, matou-o e tomou o seu lugar. Ato continuo, eliminou todos os descendentes do sexo masculino que serviam a Elá, incluindo parentes e amigos.  (1 Reis 16:18-20).  

2. Imediatamente o exército israelita sitiou Tirza e Zinri foi tomado de desespero, refugiando-se no castelo do rei, ateando fogo no mesmo e suicidando-se (I Reis 16:18).  Onri, o militar israelita que comandou o ataque ao castelo, assumiu o cargo de rei sobre Israel, atendendo aos reclames do povo em geral. (1 Reis 16:21-23).  

1. Esse é mais um rei desobediente que recebeu castigo. Ignorando que a função dos sacrifícios pertencia exclusivamente aos sacerdotes, Uzias pretendeu, ele mesmo, usar o incensário, mas a lepra lhe apareceu na testa, junto ao altar. (2 Crônicas 26:19-23)

1. O reinado de Acabe pode ser considerado como politicamente forte, mas moralmente corrupto. Ele fez alianças com a Fenícia, Judá e a Síria, conseguindo levantar Israel como uma nação. Sua esposa Jezabe, porém, era uma mulher estrangeira, trazendo na sua bagagem toda sorte de idolatria, que introduziu no meio do povo de Israel, sob as benesses do seu marido, o rei Acabe (1 Reis 21:27-29). Ela mandou matar uma série de profetas do Deus Altíssimo, perseguindo muito a Elias, que se rebelou contra as decisões do rei e sua rainha. Elias precisou fugir, para escapar também de ser morto. (1 Reis 19)

1. No tempo do rei Acazias (judá) e Jorão (Israel), o profeta Eliseu mandou um emissário ungir a Jeú (filho de Josafá) como rei de Israel, com ordens para que ele fosse ferir ao rei Jorão e também a Jezabel, esposa do rei Acabe. Apavorado, Jorão foi ao encontro do exército de Jeú, levando consigo ao rei Acazias, quando recebeu uma flecha no peito. Perseguiram depois a Acazias, que fugiu, também o acertaram com flecha, mas ele conseguiu fugir, morrendo em seguida em Megido. (2 Reis 9:1-28)

2. Quando Jeú se aproximava de Jezreel, e Jezabel soube que se tratava do seu perseguidor, ela apressou-se em maquiar os olhos e arrumar os cabelos, porém ela foi jogada pelos eunicos através da janela e morreu. (2 Reis 9:30-33)

 

REIS 

ESTRANGEIROS

 

 

1. Nabucodonosor era rei da Babilônia quando invadiram e saquearam a Israel, trazendo boa parte da sua população para o seu país, na condição de escravos, num exílio. Mas esse poderoso monarca pagou caro por ter desafiado a Deus, pois foi retirado do meio dos seus súditos, passando a viver no mato, comendo ervas, vendo seus cabelos crescerem como penas de cegonhas e suas unhas como as de aves.  (Daniel 4:33)

2. Quando assistiu à celebre cena de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego não sofrendo o calor na fornalha ardente, Nabucodonosor enalteceu ao Deus de Israel e promoveu um decreto de que qualquer pessoa que, a partir daquele momento, dissesse blasfêmias contra o Senhor de Israel teria sua casa derrubada num monturo só. (Daniel 3:29)

3. Em outra fase da sua vida, Nabucodonosor foi afastado por Deus de suas atividades no palácio, pois praticava muita iniquidade. Ele chegou a comer pasto junto com os bois, viu seus cabelos se transformarem em penas de águia e suas unhas crescerem como as das aves em geral. (Daniel 4:33)

1. Foi o rei Dario quem decretou a devolução dos tesouros do templo de Jerusalém aos israelitas. Seu decreto condenava à forca qualquer pessoa que dificultasse essa ordem. O curioso nesse decreto é que a viga de madeira utilizada para construir a forca deveria ser retirada da própria casa do condenado, pondo depois o resto da casa abaixo. (Esdras 6:11)

1. As história do livro de Reis contam que o rei Senaqueribe, da Assíria, foi morto à espada pelos seus dois filhos Adrameleque e Sarezer, enquanto adorava ao deus Nisroque. (2 Reis 19:37)  Ele reinou de 705 a 681 a.C.

1. O rei Ogue reinava sobre Basã, e era um remanescente dos gigantes refains. Em 1876 chegou a Londres o sarcófago de um gigante fossilizado da época desse monarca, medindo 4 metros de altura por 1.80 de largura. Esse gigante possuía 6 dedos no pé direito. (Deuteronômio 3:11)

1. O rei Assuero governou Susã sobre 127 províncias, sendo que o território ocupado ia da Índia até a Etiópia. Esse monarca destituiu sua esposa do trono, a rainha Vasti, colocando em seu lugar a criada Ester, que era hebreia. Como curiosidade, registre-se que o cetro do rei Assuero era feito de ouro. (Ester 5:2)

2. O rei Assuero, assim como os não menos famosos reis Dario e Nabucodonosor (Pérsia e Babilônia) sofriam de insônia: Assuero (Ester 6:1,2), Nabucodonosor (Daniel 2:1) e Dario (Daniel 6:18). 

1. Balaque era filho do rei de Moabe, na época em que estavam sendo sitiados pelo poderoso exército israelita. Apavorado, mandou anciãos procurarem pelo profeta Balaão, pedindo-lhe que amaldiçoasse aos israelitas. Consultando a Deus, porém, Balaão recebeu ordens de não fazer isso. Ao contrário, mais tarde ele abençoou aos israelitas. (Números 22:5,6,12 e Números 23:11,12)

1. O rei de Nínive, que a Bíblia não menciona o nome, aceitou as palavras do Senhor trazidas pelo profeta Jonas. O rei ordenou imediatamente um jejum total tanto para homens como para animais (jejum de comida e bebida).  As pessoas sentarem-se sobre cinza e vestiram-se de sacos. (Jonas 3:6-8)

 

 

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Walmir Damiani Corrêa

Por: Walmir Damiani Corrêa

Publicado em 02/06/2016

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